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    <title>[in the box]</title>
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    <title>torna-te o que tu és</title>
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    <published>2007-07-04T16:18:13Z</published>
    <updated>2007-07-04T16:42:04Z</updated>
    
    <summary>Soube da criação de um serviço de busca e categorização de blogs. Fui lá e procurei por &quot;inthebox&quot;. Eis o que apareceu. Descrição: Blog que mostra um pouco do cotidiano de um cara portoalegrense. Nenhum sentido. Mas enfim, talvez eu...</summary>
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        <name>Ante</name>
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        <![CDATA[<p>Soube da criação de um serviço de <a href="http://www.buzzca.com.br" target="_blank">busca</a> e categorização de blogs. Fui lá e procurei por "inthebox". Eis o que apareceu.</p>

<p><i>Descrição:<br />
Blog que mostra um pouco do cotidiano de um cara portoalegrense.</i></p>

<p>Nenhum sentido. Mas enfim, talvez eu tenha passado a impressão errada.</p>

<p>Ainda assim, interessante: Blog que mostra um <strong>pouco</strong> (atualizações eventuais, não confie) do <strong>cotidiano</strong> (who the fuck cares?) de um <strong>cara</strong> (=]) <strong>portoalegrense</strong> (eu, portoalegrense? Rá!). Ou seja, jamais leria um blog que me fosse apresentado assim. Mas não os culpo, já que o volume de posts aqui não é significativo para definir do que se trata o espaço. E, pensando bem, rola uma visível crise existencial do blog em praticamente todos os posts. Chatopracaráleo. Mas é, sempre penso em definir uma maneira melhor de usar este espaço, em uma comunidade que já tem certa visibilidade como o <strong>insanus.org</strong>.</p>

<p>Mas vejam só. Entre os dois últimos posts, mais de um mês se passou. Se eu realmente falasse do cotidiano escreveria, por exemplo, sobre a crescente violência em Porto Alegre, no Brasil e no mundo, que está me tornando um paranóico. Desde que policiais levaram meu celular e meu rayban durante o guinchamento do carro, passando pela tentativa de assalto na esquina de minha casa - que me obrigou a caminhar duas quadras e pegar um taxi com as luzes apagadas para poder entrar no prédio, até as notícias de que o filho de sete meses do jogador do Juventude foi baleado, e que uma garota foi usada como escudo e morreu num assalto a carro forte, não gosto de sair de casa, para absolutamente nada, em nenhum horário do dia. E tudo isso me leva a praticamente aceitar a segunda opção do jargão "Brasil: ame-o ou deixe-o".</p>

<p>Também não deixaria passar o desfecho da Libertadores, na qual o Grêmio chegou longe demais e honrou a camisa. Não me decepcionei, sobretudo após perceber a tendenciosidade na escala de árbitros para a final. Um opera, o outro administra. O time do Boca era superior, mas qualquer pessoa que entende um pouco de futebol e não seja completamente ingênuo sabe que não é possível um auxiliar profissional ignorar o impedimento de três jogadores, em duas jogadas iguais. Ou o juiz da volta deixar o goleiro demorar quatro minutos para cobrar um tiro de meta. Exemplos no campeonato brasileiro também não faltam. Infelizmente, é preciso um grande esforço para não perder a fé no futebol. Pra mim, já era. Sou sócio do Grêmio, mas vou cada vez menos ao estádio. No entanto, insisto em fazer todo mundo abandonar o esporte com os textos no <strong><a href="http://www.insanus.org/impedimento" target="_blank">Impedimento</a></strong>.</p>

<p>Se eu realmente falasse sobre o cotidiano, discorreria sobre o fato de que as pessoas sempre preferem sentar num par de bancos vazios nos ônibus urbanos, evitando contato com os demais passageiros. Natural até, já que um monte de bancos vazios e a pessoa sentar ao teu lado causa uma certa suspeita. Estranho é quando alguém prefere sentar num par de bancos vazios, mas no lado do corredor, como é meu caso. Logo após a ausência de vagas vazias, a primeira vítima a ter companhia é o que deixou o assento da janela vazio. É preferível causar transtorno a quem está sentado no lado do corredor para chegar à janela, ou sentar no lado do corredor de algum outro par de bancos, sem causar grande alarde? Ou seria uma represália à postura aparentemente antipática de quem senta no lado do corredor? Pensem a respeito.</p>

<p>Também teceria comentários fatais sobre o final da temporada de <strong>Lost </strong>(massa), sobre o filme <strong>Zodiac</strong> (ok) e sobre a leitura de <strong>Café da Manhã dos Campeões </strong>(genial, de fato). E revelaria que estou em chamas emulando jogos do Snes no computador, tentando vencer o campeonato secreto do <strong>Mario Kart</strong>, fazendo acrobacias no <strong>NBA JAM</strong>, virando o <strong>Rock and Roll Racing</strong> sem usar o viking <strong>Olaf</strong>, e batendo todos os times no <strong>Futbol Argentino 96 </strong>com o Independiente de Guerrero e Usuriaga.</p>

<p>E sobretudo, deveria alertar acerca dos ensaios, setlists e composições pré-turnê da <strong>Gregório de Mattos</strong>. No entanto, tal projeto é algo muito maior que o blog, e terá seu espaço exclusivo em breve. O primeiro single, <em><strong>M. Quintana Empalado (Impaled Grandpa)</strong></em>, deve sair na primavera, como teaser para o album <strong>Poetta Bocca do Inferno</strong>, que só sai em 2008. Fiquem atentos:</p>

<p><em>Falcon used to pay your bills<br />
but now you´re dead, and he´s famous still (yeah)</p>

<p>you now live...<br />
as seven stuffed dolls !<br />
little bird was killed by the fall</em></p>

<p>Mas não falo sobre cotidiano. Na verdade, meu plano mais recente seria usar este espaço para publicar minhas historietas. Mas não sei se o formato blog é o ideal para isso. Antes de precisaria dar uma arrumada no layout aqui, fontes melhores, arquivos, etc. Mas o insanus está na iminência de algumas alterações de plataforma de publicações, e isto está em compasso de espera.</p>

<p>Por enquanto, obrigado pela audiência a este simples gerador de informações aleatórias.<br />
</p>]]>
        
    </content>
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    <title>capítulo XII</title>
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    <published>2007-07-02T04:46:01Z</published>
    <updated>2007-07-02T06:13:45Z</updated>
    
    <summary>Então aquela camionete não era sua, tampouco as galinhas de cabeça decepada que jaziam no banco de trás. Se o carro fosse parado naquele momento, certamente teríamos problemas para explicar a situação. Pensou rápido, e cerca de 500 metros antes...</summary>
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        <name>Ante</name>
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        <![CDATA[<p><i>Então aquela camionete não era sua, tampouco as galinhas de cabeça decepada que jaziam no banco de trás. Se o carro fosse parado naquele momento, certamente teríamos problemas para explicar a situação.</p>

<p>Pensou rápido, e cerca de 500 metros antes da barreira policial, ligou o pisca e entrou à direita numa estrada de chão batido. Respirou aliviado, aparentemente nenhuma suspeita levantada. Seguimos adiante por uns dois minutos, mas paramos no ponto em que um trator bloqueava o caminho. Apoiado em um dos grandes pneus traseiros, um velho bem vestido. Apesar do fraque, o chapéu de palha destoava.</p>

<p>- "Demorou demais", reclamou, enquanto olhava para as galinhas mortas no banco de trás. "Há quanto tempo estão assim?".</p>

<p>- "Eu... eu não sou quem você está pensando", gaguejou. Era a primeira vez que o via falar algo.</p>

<p>- "Sei, claro que não...Agora desçam daí e me ajudem com as lonas. Quem é ele?", disse, apontando para mim.</p>

<p>- "Eu não sei. Ele estava dentro do carro. Este carro não é meu."<br />
</i><br />
</p>]]>
        
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    <title>hors concours.</title>
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    <published>2007-05-15T03:40:59Z</published>
    <updated>2007-05-15T03:44:28Z</updated>
    
    <summary>There&apos;s a Red House over yonder That&apos;s where my baby stays There&apos;s a Red House over yonder, baby That&apos;s where my baby stays Well, I ain&apos;t been home to see my baby, in ninety nine and one half days. &apos;Bout...</summary>
    <author>
        <name>Ante</name>
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    <content type="html" xml:lang="pt" xml:base="http://www.insanus.org/inthebox/">
        <![CDATA[<p>There's a Red House over yonder<br />
That's where my baby stays<br />
There's a Red House over yonder, baby<br />
That's where my baby stays</p>

<p>Well, I ain't been home to see my baby,<br />
in ninety nine and one half days.<br />
'Bout time I see her,<br />
Wait a minute something's wrong here<br />
The key won't unlock the door.</p>

<p>Wait a minute something's wrong baby,<br />
Lord, have mercy, this key won't unlock this door,<br />
something's goin' on here.<br />
I have a bad bad feeling<br />
that my baby don't live here no more.</p>

<p>That's all right, I still got my guitar<br />
Look out now . . .</p>

<p><br />
<img alt="hendrix_whiskey1970.jpg" src="http://www.insanus.org/inthebox/hendrix_whiskey1970.jpg" width="305" height="450" /></p>

<p><br />
I might as well go on back down<br />
go back 'cross yonder over the hill<br />
I might as well go back over yonder<br />
way back over yonder 'cross the hill,<br />
(That's where I came from.)</p>

<p>'Cause if my baby don't love me no more,<br />
I know her sister will!<br />
</p>]]>
        
    </content>
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    <title>e o retorno do momento Luca Badoer*</title>
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    <published>2007-05-09T15:23:46Z</published>
    <updated>2007-05-09T15:26:45Z</updated>
    
    <summary> (*) the driver with the most number of F1 races without scoring a single point....</summary>
    <author>
        <name>Ante</name>
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    </author>
    
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        <![CDATA[<p><img alt="bad.jpg" src="http://www.insanus.org/inthebox/bad.jpg" width="512" height="324" /></p>

<p>(*) the driver with the most number of F1 races without scoring a single point.</p>]]>
        
    </content>
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    <title>post de vinte dias atrás</title>
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    <published>2007-05-07T06:04:09Z</published>
    <updated>2007-05-07T06:07:24Z</updated>
    
    <summary>Eu estava prestes a ler Kurt Vonnegut. Sempre ouvi elogios ao autor, de fontes confiáveis, e cogitava a possibilidade de ser um nome de peso a engrossar minha lista de &quot;livros&quot; no perfil do orkut – atualmente, a única razão...</summary>
    <author>
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    <content type="html" xml:lang="pt" xml:base="http://www.insanus.org/inthebox/">
        <![CDATA[<p>Eu estava prestes a ler Kurt Vonnegut. Sempre ouvi elogios ao autor, de <a href="http://www.insanus.org/gabinetedentario/archives/020617.html" target="_blank">fontes</a> confiáveis, e  cogitava a possibilidade de ser um nome de peso a engrossar minha lista de "livros" no perfil do orkut – atualmente, a única razão que faz as pessoas manterem a leitura como um hábito.</p>

<p>Seria o primeiro passo no plano de conhecer autores contemporâneos. Por "contemporâneos", quero dizer "vivos" - para que eu pudesse aguardar um novo livro com a mesma ansiedade e desconfiança que me acompanham quando o Pearl Jam ou o Iron Maiden lançam um novo disco. Mas mal lembro quais livros já li cujos autores ainda respiram.</p>

<p>Entre os brasileiros, a maior parte autores gaúchos, mais alguns que constavam em listas de vestibular. Por sinal, incrível o fato de eu esquecer coisas que já li. Na época de colégio, lia uns mistérios tipo Sidney Sheldon ou Agatha Christie. Certa vez, somente ao final de um livro de 200 páginas percebi que já havia lido o mesmo antes.</p>

<p>Me parece que Paulo Coelho também não morreu, e devo ter lido mais de um naquela época - mas não lembro de nada. Há uns três anos, li aquele em que uma velhota conversa com o demônio, e achei ok. Da série vaga-lume, a mestra Lúcia Machado de Almeida - autora de "Spharion" e "Escaravelho do Diabo" - expirou recentemente, mas li suas obras-primas antes disso, o que ajuda.</p>

<p>Pensando bem, diversos autores vivos já foram contemplados. Mandarei emails para todos, sugerindo alterações em suas historias. Na estante, vejo "Clube da Luta" mais algumas coletâneas de contos. Também o insustentável clássico de Milan Kundera, mas ainda nenhum do Philip Roth - também fortemente recomendado. Se jornalismo vale, estou lendo o ótimo "Fama e Anonimato" do Gay Talese, e conheço alguns de Jon Krakauer. Scott Adams não deve contar.</p>

<p>Enfim, Vonnegut morreu. Diversas vezes depois do almoço, passei na banca e flertei com "Café da Manhã dos Campeões" e "Matadouro 5", expostos na prateleira dos LP&M Pockets. Fui conferir novamente, e já não estão por lá, é claro. Alguém foi mais rápido - talvez alguém com interesse similar ao meu. Ou, simplesmente, alguém que costuma almoçar antes das 13:30.<br />
</p>]]>
        
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    <title>downsize me</title>
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    <published>2007-04-16T00:41:44Z</published>
    <updated>2007-04-16T00:57:11Z</updated>
    
    <summary>Para os que acreditaram na ilusão de que tirar fotos com resolução acima de 640 X 480 seria útil, mas como resultado só tiveram o trabalho de reduzir foto por foto para enviar por email, uma sugestão: o Pixresizer, programinha...</summary>
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        <name>Ante</name>
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    </author>
    
    <content type="html" xml:lang="pt" xml:base="http://www.insanus.org/inthebox/">
        <![CDATA[<p>Para os que acreditaram na ilusão de que tirar fotos com resolução acima de 640 X 480 seria útil, mas como resultado só tiveram o trabalho de reduzir foto por foto para enviar por email, uma sugestão: o <a href="http://bluefive.pair.com/pixresizer.htm" target="_blank">Pixresizer</a>, programinha simples, no qual pode-se escolher uma pasta inteira para aplicar a redução dos arquivos.</p>

<p>Abaixo, um exemplo.</p>

<p><img alt="DSC00298.jpg" src="http://www.insanus.org/inthebox/DSC00298.jpg" width="400" height="300" /><br />
<i><a href="http://insanus.org/menezes" target="_blank">Menezes</a> demonstra quem é o próximo da lista.</i><br />
</p>]]>
        
    </content>
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    <title>Esqueci de comentar no último post.</title>
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    <published>2007-03-30T04:29:40Z</published>
    <updated>2007-03-30T04:34:29Z</updated>
    
    <summary>Também assisti &quot;Os Infiltrados&quot;, grande vencedor do Oscar deste ano, e não achei grande coisa. Aliás, se a estatueta do Oscar pudesse falar, certamente diria algo como &quot;Por favor, não me levem tão a sério, até a dupla Damon/Affleck já...</summary>
    <author>
        <name>Ante</name>
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    </author>
    
    <content type="html" xml:lang="pt" xml:base="http://www.insanus.org/inthebox/">
        <![CDATA[<p>Também assisti "Os Infiltrados", grande vencedor do Oscar deste ano, e não achei grande coisa. Aliás, se a estatueta do Oscar pudesse falar, certamente diria algo como "Por favor, não me levem tão a sério, até a dupla Damon/Affleck já me ganhou".</p>

<p>Scorsese (eu achava que era Scorcese) parece ser viciado em fazer filmes no padrão "ascensão e queda", seja de boxeadores, cassinos, gangues, mafiosos, magnatas, etc. Já não tenho esperança em ver um filme tão bom quanto Taxi Driver (que não se enquadra nessa regra) sair das mãos do diretor.</p>

<p>Sobre Os Inflitrados: nenhum filme no qual celulares tenham importância central no roteiro merece respeito. Telefones fixos, pode ser. Na literatura também, até "O Castelo" tem telefone fixo. Televisão na literatura também não é boa coisa. No cinema, obviamente, tudo bem.</p>

<p>Não me censurem por tentar delimitar padrões em tudo, estou quase encontrando o...<br />
</p>]]>
        
    </content>
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    <title>Sobre audiovisuais</title>
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    <published>2007-03-23T02:32:30Z</published>
    <updated>2007-03-23T02:37:10Z</updated>
    
    <summary>Labirinto do Fauno: mau filme. Um conto de fadas, invadido aleatoriamente por cenas violentas. Se há metáforas na relação entre fantasia e realidade retratadas no filme, eu não sei. Assim, qualquer coisa pode ser interpretada maravilhosamente. Metáforas são coisa do...</summary>
    <author>
        <name>Ante</name>
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    <content type="html" xml:lang="pt" xml:base="http://www.insanus.org/inthebox/">
        <![CDATA[<p><u>Labirinto do Fauno</u>: mau filme. Um conto de fadas, invadido aleatoriamente por cenas violentas. Se há metáforas na relação entre fantasia e realidade retratadas no filme, eu não sei. Assim, qualquer coisa pode ser interpretada maravilhosamente. Metáforas são coisa do século passado, não tenho mais tempo a gastar com charadas. Mas o monstrão com os olhos nas mãos é legal.</p>

<p><u>Borat</u>: muito engraçado - até demais. A curiosidade agora é saber quais cenas foram ensaiadas, e quais foram feitas sem o conhecimento dos coadjuvantes.</p>

<p><u>Scoop - o grande furo</u>: Tenho aversão a toda obra de Woody Allen, mas aceitei um simpático convite para assistir este filme. De fato, tal subtítulo (o grande furo) deveria ser estendido a todas as películas do Didi Mocó nova-iorquino (a cena inicial com o barco d'A Morte é 100% Trapalhões). O filme é tão ruim, e os atores são tão mal dirigidos, que ao final eu já estava solidário à atuação engraçadinha do diretor de 71 anos, e dei algumas risadas. Tomara que ele pegue a Scarlett.</p>

<p><u>Páginas da Vida</u>: assisti aos dois capítulos finais da novela, e sofri demais. Ataques em série de vergonha-alheia, e um constrangimento sem limites na resolução de todos os plots da história, com diálogos absolutamente idiotas e pessoas dançando ao redor de fantasmas. Fim do Brasil.</p>

<p><u>O Álbum do Ano</u>: comprovando que toda a música acabou antes da virada do milênio, tomei meu tempo para escutar com cuidado o "Album of the Year", último disco do paradigma chamado Faith No More, lançado em 1997. Faith no More é uma daquelas bandas que parecem nunca ter sido amadoras. Além disso, não sei o que dizer.</p>

<p><br />
<object width="425" height="350"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/IsXLugzVhCI"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/IsXLugzVhCI" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"></embed></object><br />
</p>]]>
        
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    <title>Sobre o blog</title>
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    <link rel="service.edit" type="application/atom+xml" href="http://www.insanus.org/mt/mt-atom.cgi/weblog/blog_id=51/entry_id=20339" title="Sobre o blog" />
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    <published>2007-03-22T15:51:49Z</published>
    <updated>2007-03-22T16:01:07Z</updated>
    
    <summary>Acho que passo tanto tempo sem postar por causa do verão, que é insuportável. Mas as chuvas e o frio começam a chegar, o céu fica cinza e tudo parece mais vivo. Eu, inclusive. É claro, o famoso &quot;veranico de...</summary>
    <author>
        <name>Ante</name>
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    <content type="html" xml:lang="pt" xml:base="http://www.insanus.org/inthebox/">
        <![CDATA[<p>Acho que passo tanto tempo sem postar por causa do verão, que é insuportável.<br />
Mas as chuvas e o frio começam a chegar, o céu fica cinza e tudo parece mais vivo. Eu, inclusive. É claro, o famoso "veranico de maio" deve trazer os 50 graus de volta a Porto Alegre, e os posts escassearão novamente.</p>

<p>Conversava sobre o <a href="http://www.ciscocosta.com">Cisco</a> sobre isso. Sou um mau "blogueiro", possivelmente porque não leio blogs. Não sou organizado, esqueço os endereços, etc. Vou começar a ler por rss somente agora.</p>

<p>Todos sabem que nunca tive grande pretensão em manter o blog, mas devo algum respeito aos cerca de 20 leitores que vêm aqui todos os dias, e não encontram nada. <br />
Take care.</p>

<p><br />
<strong>sobre casamento</strong></p>

<p>O Lopes e a Alessandra nem lêem este blog, mas torno público meus parabéns e meu desejo de felicidades para o casal. Boa cerimônia, padre muito divertido, citando Nietzsche, Jesus e Litbarski. Casar é a única coisa coerente a ser feita. </p>

<p>Imagino que a confirmação de uma relação, às vezes simbolizada pelo casamento, tenha a ver com um tipo de "revelação" para o casal: quando percebe-se que cada um tem suas prioridades, e ambos aceitam que muitas delas jamais serão comuns. Bonito isso. Rá!, mas tudo que falo é especulação, e talvez casar seja um desastre.</p>

<p><br />
<strong>Sobre estradas</strong></p>

<p>Algo tão óbvio permanece em segundo plano em qualquer discussão acerca dos perigos nas rodovias: muitos acidentes seriam evitados se não houvesse tráfego no sentido contrário da pista - ou seja, se existisse pista dupla em todos os locais. Ingênuo de minha parte, não? já que simplesmente não há grana para duplicar todas as estradas do país. Ainda assim, é hipocrisia fazer propaganda dizendo que as estradas no Brasil matam mais que o Vietnã em um ano por culpa dos motoristas.</p>

<p>É claro, a imprudência também é responsável por muitos acidentes de trânsito.<br />
Mas a condição das estradas ainda é vilã. É perceptível uma melhora na qualidade das rodovias, ao menos aqui no RS, nos últimos 10 anos - refletindo provavelmente a implantação de pedágios. Ainda assim, essa evolução é ridiculamente lenta. Outro fato óbvio é o total fracasso ferroviário brasileiro, que obriga gigantesca fatia de toda produção do país a circular em caminhões nas estradas de rodagem junto aos veículos de passeio.</p>

<p><br />
<strong>Sobre o acidente</strong></p>

<p>Duas semanas depois, posso tentar explicar racionalmente que, talvez por não estar em uma velocidade tão alta, a aquaplanagem e a colisão de frente na base rochosa do morro fez o carro capotar não mais que uma ou duas vezes, o que poderia piorar se o marcador estivesse uns 30 km/h mais rápido. Nos poucos segundos em que tudo acontece, muita coisa passa pela cabeça.</p>

<p>O que não posso, e nem tento explicar, é o fato de nenhum carro estar vindo na outra direção quando cruzei a pista. De o lado do carona ficar totalmente esmagado na capotagem, e não o do motorista. De o carro ter ficado de cabeça para baixo, sem eu saber se estava no meio da pista, ou no meio do mato. De eu ter saído rastejando pela janela do motorista, olhando para o carro destruído, apenas com um arranhão no cotovelo, nada mais. E, sobretudo, de ninguém estar viajando comigo, pela primeira vez em tanto tempo.</p>

<p>Tudo isso, eu só agradeço.</p>

<p><br />
<strong>Sobre conseqüências</strong></p>

<p>Por uns tempos, voltei a caminhar bastante, calcular roteiros mais econômicos para ônibus e táxi, e a me molhar com a chuva. Divertido até, andava meio sedentário. Em minhas caminhadas, agora utilizo a principal função do meu celular, a de rádio FM. Infelizmente, alguns dias bastaram para comprovar que nenhuma rádio presta em Porto Alegre. O arsenal de músicas ruins e jabás é algo inacreditável. Com isso, acabo passando a maior parte do tempo ouvindo a Band News, com gosto. Reflexo de que a faculdade escolhida não foi totalmente aleatória.<br />
</p>]]>
        
    </content>
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    <title>solstício,</title>
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    <published>2007-02-13T02:14:35Z</published>
    <updated>2007-02-13T02:33:45Z</updated>
    
    <summary>[s.m. época do movimento do Sol, no qual este astro, tendo chegado a um dos trópicos, parece estacionar por algum tempo, antes de se aproximar novamente do equador.] ----- Reclama de cansaço, muita coisa acontecendo ao mesmo tempo. Tudo aquilo...</summary>
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        <name>Ante</name>
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    <content type="html" xml:lang="pt" xml:base="http://www.insanus.org/inthebox/">
        <![CDATA[<p>[<i>s.m.</i> época do movimento do Sol, no qual este astro, tendo chegado a um dos trópicos, parece estacionar por algum tempo, antes de se aproximar novamente do equador.]<br />
-----</p>

<p>Reclama de cansaço, muita coisa acontecendo ao mesmo tempo.<br />
Tudo aquilo era frescura, que fosse escrever no blog, nunca era atualizado, mas as pessoas gostavam de ler. Lembra que o blog já era, porque não sabe direito o que deve escrever.</p>

<p>Começo a indicar o que deve ser feito. Estabelecer objetivos, é assim que funciona, ficamos à deriva se eles não existem. O rato precisa ver o queijo para ficar correndo e girando aquele equipamento no centro da gaiola. Mas não se pode pensar muito sobre o queijo, ou começam a surgir dúvidas sobre a validade da correria.</p>

<p>Entre as milhares de respostas possíveis, apenas ignora. É mais uma daquelas épocas, tudo fica volátil, muda-se de idéia a cada três minutos, geralmente de maneira radical. Logo desdenho, lembro que isso sempre acontece a cada dois ou três anos, alguma resolução aparece, mas tudo se repete um tempo depois.</p>

<p>Já sabe disso, e numa tentativa de estancar o rumo da conversa e ao mesmo tempo abrir uma nova trilha por onde ela poderia seguir - mas não já -, explica que anda pensando em algo que poderia surpreender todo mundo. Após algum silêncio, desvia comicamente o assunto, e diz não se tratar de troca de sexo ou suicídio, cogitando que talvez só estivesse precisando de férias, e levar as coisas um pouco menos a sério.</p>

<p>Finalmente, concordamos.<br />
</p>]]>
        
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    <title>Shakira</title>
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    <published>2007-01-29T23:36:53Z</published>
    <updated>2007-01-29T23:48:38Z</updated>
    
    <summary>Como toda lista, esta com os 25 discos mais influentes da história do heavy metal não deve ser levada muito a sério. Qualquer lista que não possui os três primeiros discos do Black Sabbath nas três primeiras posições é uma...</summary>
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        <name>Ante</name>
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    <content type="html" xml:lang="pt" xml:base="http://www.insanus.org/inthebox/">
        <![CDATA[<p>Como toda lista, <a href="http://cifraclub.terra.com.br/noticias/hhjm-master-of-puppets-eleito-disco-mais-influente-do-heavy-metal.html" target="_blank">esta</a> com os 25 discos mais influentes da história do heavy metal não deve ser levada muito a sério. Qualquer lista que não possui os três primeiros discos do Black Sabbath nas três primeiras posições é uma piada.</p>

<p>Mas <em>Master of Puppets</em> merece respeito. A justificativa de que ele condensa o que de melhor foi feito nos dois discos anteriores do Metallica é válida. Ainda assim, sou um fã incondicional de <em>Ride the Lightning</em>, o primeiro que escutei da banda. Ninguém passa incólume por algumas semanas ouvindo <strong>Fight Fire With Fire, Fade to Black, Creeping Death</strong> e, sobretudo, <strong>The Call of Ktulu</strong>.</p>

<p>Estranho a ausência do black album do Metallica, ainda mais com a presença de três dos quatro discos anteriores da banda na lista. É sem dúvida um divisor de águas. Outras ausências inexplicáveis são o <em>Painkiller</em> do Judas Priest, <em>Countdown to Extinction</em> do Megadeth, e <em>Heaven and Hell</em>, o primeiro do Black Sabbath na fase Dio. Apesar disso, foram representados com outros discos. Helloween foi uma banda injustiçada, e sequer é citada: <em>Keeper of the Seventh Keys</em> I ou II mereceriam um lugar. Um Led Zeppelin, o II ou o III, também faz falta. Motley Crue e Scorpions são surpresas para mim, embora eu não conheça especificamente estes discos.</p>

<p>A celebrar, a justa presença de <em>Roots</em>, do Sepultura - o nome musical brasileiro mais conhecido no exterior, acima de Tom Jobim e Deborah Blando. Os dois discos lançados após o ano 2000 (Opeth e Mastodon) podem ser bons, mas obviamente não merecem estar na lista. Trarei mais informações após escutar os discos do Queensryche e do Fates Warning, bandas que desconheço.</p>]]>
        
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    <title>Cavalo de Tróia</title>
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    <published>2007-01-04T13:36:40Z</published>
    <updated>2007-01-04T13:52:24Z</updated>
    
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    <content type="html" xml:lang="pt" xml:base="http://www.insanus.org/inthebox/">
        <![CDATA[<p>Alguém chegou a este blog através da <a href="http://www.google.com/search?hl=en&q=predio%20arabe%20tera%20formato%20de%20iPod" target="_blank">busca</a> "prédio árabe terá formato de iPod", no Google. Felizmente para o internauta, a dúvida está solucionada já na primeira <a href="http://info.abril.com.br/aberto/infonews/122006/28122006-5.shl" target="_blank">ocorrência</a>. No entanto, ele ainda acessou este blog, então quarta ocorrência. Não sei quais questões sobre o fato ele ainda poderia ter, mas suponho que não tenha encontrado nada útil por aqui.</p>

<p>Caso mais alguém caia na mesma armadilha, deixo bem clara minha opinião: sou contra tal prédio. Não entendo o porquê de sua construção, e acho a proposta da "inclinação de seis graus" bastante perigosa. E iPod, não sei... ando meio ressabiado com equipamentos elêtrônicos, sobretudo nesse período em que a placa-mãe, meu discman e até o toca-fitas do carro decidiram cometer suícidio - numa clara tentativa de impedir minha reaproximação com a melhor fase do Black Sabbath, que ostenta <a href="http://www.insanus.org/inthebox/friends1.html" onclick="window.open('http://www.insanus.org/inthebox/friends1.html','popup','width=332,height=340,scrollbars=no,resizable=no,toolbar=no,directories=no,location=no,menubar=no,status=no,left=0,top=0'); return false">Tony Martin</a> como vocalista.</p>

<p>Não há dúvidas de que a apreciação da música sofreu transformações com a popularização do formato mp3. Não posso generalizar, mas a partir do exemplo mais próximo que possuo - eu mesmo -, vejo vários gigas de músicas acumuladas, e discos inteiros que estão por aí há tempos sem uma audição sequer. Admito o problema, e assim não fico entupindo o HD com mais músicas.</p>

<p>Sobre a tal ilegalidade dos mp3: vejo certa hipocrisia quando uma empresa como a Sony é a gravadora dos artistas, mas produz gravadores de CD/DVD, além dos próprios discos graváveis e regraváveis.</p>

<p>A divulgação de um artista não é mais necessariamente atrelada ao formato álbum, 45 a 60 minutos de música, geralmente com alguma uniformidade temática. O "hit" fica ainda mais valorizado, e uma música pode ser lançada isoladamente pela internet. Assim, os winamps viram uma grande miscelânea de "one hit wonders", sortidos pelo shuffle de cada um, e executados em caixinhas de som de qualidade sofrível. Claro, isso extrapolando o cenário. Certamente já existem diversos artigos e estudos acerca do assunto.</p>

<p>Mas quanto à "apreciação" da música: o formato álbum é insuperável. Meu argumento é ouvir da primeira à última música discos como Ride the Lightning, Nevermind, Use your Illusion I, Vulgar Display of Power, Superunknown... (poderia ficar horas aqui). Nestes, existem diversos hits isolados, mas seu poder é muito maior quando escutados dentro do contexto do álbum. Nenhuma novidade.</p>

<p>É claro, nada impede o ouvinte de alinhar as músicas do disco no playlist, e escutá-las. Mas não sei, é difícil chegar ali pela faixa 6, geralmente a pior do disco, e não acionar o shuffle novamente.</p>

<p>Ainda sobre prédio de formato iPod: vejo alguma chance. Só há sentido se, ao lado, for construído um outro prédio em formato de <a href="http://www.insanus.org/inthebox/emule.html" onclick="window.open('http://www.insanus.org/inthebox/emule.html','popup','width=332,height=410,scrollbars=no,resizable=no,toolbar=no,directories=no,location=no,menubar=no,status=no,left=0,top=0'); return false">mula do e-mule</a>, no qual usuários ficam baixando músicas ilegalmente e enviando para o prédio vizinho através de uma placa de rede do tamanho de um carro.</p>]]>
        
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    <title>conclusão / prefácio</title>
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    <published>2006-12-29T02:10:58Z</published>
    <updated>2006-12-29T02:15:45Z</updated>
    
    <summary>Assisti um filme no qual o personagem principal dividia todas as suas atividades em unidades de tempo de 30 minutos. Me parece uma boa idéia, e vou testar isso em 2007. Sou meio desorganizado. Costumo também me situar por acontecimentos...</summary>
    <author>
        <name>Ante</name>
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    </author>
    
    <content type="html" xml:lang="pt" xml:base="http://www.insanus.org/inthebox/">
        <![CDATA[<p>Assisti um filme no qual o personagem principal dividia todas as suas atividades em unidades de tempo de 30 minutos.<br />
Me parece uma boa idéia, e vou testar isso em 2007. Sou meio desorganizado.</p>

<p>Costumo também me situar por acontecimentos rotineiros, do tipo "não vou pra Erechim há dois shampoos", ou "estou com este livro emprestado desde que comprei o botijão de gás anterior". Vi em um documentário que os passageiros de trem da Índia costumam medir a distância entre as cidades pelo número de cigarros consumidos no trajeto - idéia que não é tão original, mas que a propaganda de chiclete aqui no Brasil se apossou.</p>

<p>Acho o sistema decimal sensacional, e lamento que nosso calendário não seja muito baseado nele. A verdade é que as fases lunares, as estações do ano, os doze meses, os sete dias da semana e suas 24 horas são um sistema bastante eficaz, que já me convenceu.</p>

<p>1933 foi um ano ruim, conforme Dominic Molise, personagem de John Fante em seu livro genialmente denominado "1933 foi um ano ruim". Não acho justo dizer que 2006 foi um ano ruim, pois algumas boas coisas aconteceram. Além disso, meu lado superticioso acha que dá azar reclamar de um ano inteiro.</p>

<p>Também nunca delimitei planos e metas para um ano que se iniciava. Mesmo assim, até agora tudo deu mais ou menos certo. <br />
Eu estava convencido de que planos para mais de seis meses não fazem muito sentido, e não ajudam em muita coisa. Mas a verdade é que não lembro exatamente porque achava isso. <br />
Portanto, vou estabelecer objetivos para 2007. Ali por março.<br />
</p>]]>
        
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    <title>thank you</title>
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    <published>2006-12-07T16:34:36Z</published>
    <updated>2006-12-19T18:14:32Z</updated>
    
    <summary> Menezes, Cardoso, Gabriel, Antenor: os bonecos não fazem o menor sentido. 28/11/2006 15:13:45 Gabriel: cara, li teu conto 28/11/2006 15:13:48 Gabriel: o do ônibus e do velho e do guardachuva 28/11/2006 15:13:52 Gabriel: muito bom 28/11/2006 15:13:55 Gabriel: nenhum...</summary>
    <author>
        <name>Ante</name>
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    </author>
    
    <content type="html" xml:lang="pt" xml:base="http://www.insanus.org/inthebox/">
        <![CDATA[<p><img alt="joia.jpg" src="http://www.insanus.org/inthebox/joia.jpg" width="500" height="332" /><br />
<em>Menezes, Cardoso, Gabriel, Antenor: os bonecos não fazem o menor sentido.</em></p>

<p>28/11/2006  15:13:45  Gabriel: cara, li teu conto <br />
28/11/2006  15:13:48  Gabriel: o do ônibus e do velho e do guardachuva <br />
28/11/2006  15:13:52  Gabriel: muito bom <br />
28/11/2006  15:13:55  Gabriel: nenhum sentido <br />
28/11/2006  15:13:59  Gabriel: mas é assim que deve ser <br />
28/11/2006  15:14:17  Ante:    aeghurehuhreaureahureahureah <br />
28/11/2006  15:14:25  Ante:    aonde tu achou isso? <br />
28/11/2006  15:14:43  Gabriel: amassado no meio da rua <br />
28/11/2006  15:14:45  Gabriel: shgr <br />
28/11/2006  15:14:48  Ante:    malditos <br />
28/11/2006  15:19:29  Gabriel: menezes me mostrou <br />
28/11/2006  15:20:15  Ante:    estou escrevendo os contos ruins primeiro <br />
28/11/2006  15:20:17  Ante:    sjkadfjkjashdfa <br />
28/11/2006  15:20:35  Gabriel: pois fiquei sabendo do projeto <br />
28/11/2006  15:20:39  Gabriel: e achei muito bom </p>

<p><br />
Acho que todo mundo gostava do Gabriel porque ele confiava nas pessoas. <br />
Ainda faz pouco tempo, mas ao menos tenho a impressão de que o lugar comum é verdadeiro. Esse lugar comum de dizer que com o tempo a dor vai embora e só ficam as boas lembranças.</p>

<p>Como no primeiro Natal que passei longe de casa. Perto da uma da manhã, Gabriel chega ao meu apartamento sem qualquer aviso, fumando um charuto, e me arrasta para a Cidade Baixa. A toalha da minha mesa ainda está queimada.</p>

<p>Como às cinco da manhã no Garagem Hermética, na famosa formatura de Antenor, Bruno e Elvis, quando ele simplesmente encerra a festa, pega sua mesa de som, e deixa uns cinco ou seis dançando sem música. Feito isso, rumamos para arruinar o finalzinho do baile oficial.</p>

<p>Como em dezenas de conversas por msn que ele iniciou com a pergunta "insanus.org/antenor ou insanus.org/inthebox ?", tentando me convencer a manter um blog. E quando finalmente conseguiu, passou uns dois meses começando todos os diálogos com um "Vá postar!", em tom de ameaça.</p>

<p>Como quando estou caminhando na redenção lotada e escuto que "os bonecos não fazem o menor sentido!" do outro lado do chafariz, o que me faz dar meia volta em busca do autor da advertência.</p>

<p>Como há alguns dias, quando eu, Bruno e ele nos reunimos para definir o setlist de nossa futura banda, chamada "1997", que só tocaria hits da era de ouro da mtv. No sábado, fui intimado para ensaiarmos logo, mas cismei que ele estava "erroneamente priorizando a monografia".</p>

<p>Então aqui está, atualizei o blog, cara. Mas agora vou esperar esse lugar comum de que todos falam se confirmar. A toalha da minha mesa ainda está queimada.<br />
</p>]]>
        
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    <title>atualização</title>
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    <published>2006-10-27T14:08:31Z</published>
    <updated>2006-10-30T15:48:39Z</updated>
    
    <summary>Incline a cabeça e leia. Não alterarei o layout para que a tira caiba na horizontal. Me encontro em momento de reflexão acerca do que merece ou não ser postado. Inicialmente, estou seguindo as diretrizes expostas por Hilton. Imagino que...</summary>
    <author>
        <name>Ante</name>
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    </author>
    
    <content type="html" xml:lang="pt" xml:base="http://www.insanus.org/inthebox/">
        <![CDATA[<p>Incline a cabeça e leia.<br />
Não alterarei o layout para que a tira caiba na horizontal.</p>

<p><a href="http://www.dilbert.com" target="_blank"><img alt="dilbert.gif" src="http://www.insanus.org/inthebox/dilbert.gif" width="206" height="600" /></a></p>

<p>Me encontro em momento de reflexão acerca do que merece ou não ser postado.<br />
Inicialmente, estou seguindo as <a href="http://guardanacional.blogsome.com/2006/09/" target="_blank">diretrizes expostas</a> por Hilton.<br />
Imagino que o fato de ter linkado outro blog já seja uma transgressão. Lamento.</p>]]>
        
    </content>
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