comentários em Entre os Cátaros



Assaltado EU nunca fui, o que é meio previsível. Serve até de benchmarking: no dia em que ME assaltarem, o negócio ficou totalmente descontrolado ;-)

Mojo em 10.09.2005 às 21:42

Sobre as artes marciais, meu pai fez isso comigo. Comecei com cinco anos, parei com 10. Não cheguei nem perto da preta. Obviamente não me adianta nada hoje em dia. Coloca ele numa AULA DE TIRO, heh.

Mojo em 10.09.2005 às 21:52

Teu pai deve ter te colocado no judô, o que aconteceu comigo também.

Estamos falando de muai thay, hapkido e vale tudo, aqui.

firpo em 11.09.2005 às 01:38

Karatê e kung fu* ;-)

* para ser mais exato, da escola CHIN-CHIN-DÔ. que, obviamente, não existe. hoax total. mas os quimonos vermelhos eram legais.

Mojo em 11.09.2005 às 09:35

Tomar uma tunda num campeonato de judô aos 7 anos foi a maior frustração de toda a minha vida (mesmo sabendo que eu era faixa branca e meu adversário, azul, o professor deixou).

Incentivo e espírito de competição é o caralho.

Bruno Galera em 11.09.2005 às 13:01

É Firpo, essa cidade está foda. Me faz pensar em não ter filhos, ou ir embora. Para onde nao haja Severinos.

Diego em 11.09.2005 às 17:50

Na Lua? : )

firpo em 11.09.2005 às 18:41

Marcelo, o que um faixa preta do bem pode fazer contra um drogadito com o dedo no gatilho além de correr um risco maior de levar um tiro?

Cássia em 11.09.2005 às 20:42

A arte marcial te dá mais segurança.

Mesmo que tu não reaja, que o cara leve até as tuas cuecas, a experiência em si não vai ser tão ruim ou traumática, porque tu não vai entrar em pânico.

Saber se defender é sempre melhor do que não saber, mesmo quando não há defesa.

firpo em 12.09.2005 às 09:59

Não poder mais andar na rua de noite é a maior tragédia social de que somos vítimas. Esse é o limite entre qualidade de vida e algo que tem outro nome. Barbárie, por exemplo. Eu sou campeão gaúcho de takeumdô e pratico skindô-skindô. E seja o que Deus quiser.

dgdgd em 15.09.2005 às 12:35





Comer uma bolacha?