comentários em Entre os CátarosMeu conto predileto do tio Jorge. Mojo em 12.12.2005 às 18:33
Tem uma história do Laerte, publicada na revista Circo, com um traço quase Marvel, em que um herói entra no labirinto coalhado de esqueletos, encontra o Minotauro, o enfrenta e o mata, para só então perceber que uma vez morto, o monstro se transforma num homem comum e, tendo morto o monstro, ele mesmo, o herói, se transforma num novo Minotauro. Gênio absoluto. firpo em 12.12.2005 às 18:51
Obrigado pela ajuda, ali no blog da Cássia. Através do dela, encontei o teu, que é muito bom. Tenho visitado este mundo blogueiro, pois comecei o meu há um mês, e tô aprendendo com vcs. Sds. Lafyette em 12.12.2005 às 23:10
BUUU, QUEREMOS BARATAS! nego em 13.12.2005 às 00:41
totalmente contraditório com tua crítica [feita aqui mesmo] ao realismo fantástico. ânderson em 13.12.2005 às 10:10
Gosto de realismo fantástico. A realidade muitas vezesé bem mais inverossímil que um "épico", como Tolkien. Alberto em 13.12.2005 às 10:41
Gosto de realismo fantástico. A realidade muitas vezes é bem mais inverossímil que um "épico", como Tolkien. Alberto em 13.12.2005 às 10:42
Ânderson, aqui vai colado um pedaço do que eu escrevi lá naquele post, que eu nem lembrava mais: "Minha história, a que estou tentando terminar, é mágica, mas também é realista. O que eu gosto no realismo mágico, quando bem-feito, quando justo, é exatamente a capacidade de construir um mundo absolutamente normal, fisicamente plausível, e inserir nele, de forma harmoniosa, um elemento estranho. Não é um carnaval, não é uma profusão de absurdos, não é uma competição pra ver quem tem a imaginação mais solta. Limites são importantes, sem eles a coisa perde a graça. O contraste, também. Num mundo todo mágico, a mágica não existe." O que eu tava querendo dizer tem tudo a ver com este post de agora: ainda é o mundo, ainda é a realidade, só que é mágica. O que eu não curto é derrubar todos as limitações do real como desculpa pra esconder a falta de uma boa história, de um eixo, de um nexo. Não é o caso do Borges, em absoluto. firpo em 13.12.2005 às 11:46
Nego: devo entregar o apartamento velho esta semana. Sábado fui lá e o box ainda estava entulhado de baratas, depois de duas faxinas consecutivas. firpo em 13.12.2005 às 11:52
Assisti a uma palestra do professor Martin Kohan, de Buenos Aires, sobre o Borges. Foi absolutamente sensacional. Borges, com todos os minotauros e maluquices, foi o único capaz de traduzir TODA A CULTURA ARGENTINA. Quando os nacional-ufanistas entenderem o humor dele, o mundo vai explodir. Bruno Galera em 13.12.2005 às 18:00
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