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fevereiro 20, 2004
E no Fotolog Pellizzari-Parada-Pinheiro 2004.
E no Fotolog
Pellizzari-Parada-Pinheiro 2004. Update: Buda Hotei & Parada.
Volto daqui 8 dias. Abraços.
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fevereiro 15, 2004
Pulando o Carnaval Vou ficar
Pulando o Carnaval
Vou ficar fora por um tempo. Terça agora vou até São Paulo pra quarta de manhã pegar o vôo noturno da Gol com destino a Porto Alegre. Fico dia 18, 19 e 20 até de tardezinha no Chalé Homem Natural do meu amigo Daniel Galera. Quem quiser ir tomar suco misto com xis-bacon com a gente é só dar um alô.
No dia 20 saio com Bruno e Pinheiro em direção a Três Coroas, onde acontece o mais animado e violento carnaval do estado. Volto pra Poa dia 29, pra no dia seguinte às onze da noite vir embora.
Muito bom. Acabou dando certo. Agradecimento especial para André Pansani, Julio Mairena, Bruno Galera, Gustavo Mini, Eduardo Pinheiro e Claudemir Parada.
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Gentle Voice Of course, you
Gentle Voice
Of course, you know what meditation is – sitting straight, breathing normally and so on. Anyway, when somebody is meditating, there’s a sense of somebody doing nothing. That’s quite good, actually. Meditation is basically doing nothing, absolutely nothing. That’s difficult! Thousands and millions of people want to do nothing. They haven’t achieved that yet because we need to do things, if not watching television, then reading a novel, throwing a party, chanting mantras, piercing our skin or dyeing our hair. We have to do something! The reason is that when we don’t do anything, we get left alone, don’t we? And that is something we don’t like because there’s a basic insecurity within us and that basic insecurity is actually not knowing whether we exist or not. And in order to convince ourselves that we exist, we need to have sex, shop or do something. Meditation is the opposite. Meditation is always facing the truth. So how do we face the truth? By doing nothing. That’s difficult! --Dzongsar Khyentse
A última edição do informativo Gentle Voice do Siddhartha's Intent está disponível para download.
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Pessimistas positivos Os psicólogos sociais
Pessimistas positivos
Os psicólogos sociais Bryan Gibson, da Universidade de Michigan, e David Sanbonmatsu, da Universidade de Utah, concluíram que ser um pessimista é vantajoso. Notícia da Folha.
Vantajoso mesmo seria se ambos pessimistas e otimistas tentassem desistir de suas inclinações carregadas de esperanças.
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LIT people Now I find
LIT people
Now I find myself missing it a lot and remembering it with a smile on my face.
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fevereiro 14, 2004
Being Élvio Sircili KOREANO: Ae,
Being Élvio Sircili
KOREANO: Ae, uma amiga minha daqui entrou em jornalismo esse ano. Ela tem uma banda de rock, legal pracaramba ela.
PARADA: Massa. É gata?
KOREANO: Sim, mas já foi mais. Tá só um pouquinho cheinha esses tempos.
PARADA: Melhor ainda, heheh. Diz pra ela que sou o melhor cara da faculdade. Não mente, heim.
KOREANO: Mas você tem ancestrais orientais?
PARADA: Ela só pega japonês? Diz que tenho, claro.
KOREANO: É que ela só tem 17 anos.
PARADA: hgsghshjhh...
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NBA Action Hoje às 23h30
NBA Action
Hoje às 23h30 na RedeTV! vai passar o campeonato de enterradas do All Star Weekend da NBA. Li hoje no Estadão, verei certo. Amanhã tem o All Star Game às 22h na ESPN, e provavelmente no canal aberto também, pela RedeTV!
Faz muito tempo que não assisto o All Star Weekend, que era meu acontecimento esportivo predileto na adolescência, que acabou semana retrasada. Creio que hoje seja uma transmissão ao vivo, e torço para ter o campeonato das cestas de três, também. O último campeonato de enterradas que vi foi o Isaiah Rider que ganhou. Sim, faz tempo isso. Depois ainda vi o Vince Carter jogando e até hoje não faço idéia de quem enterra melhor que ele. O cara vai por cima de gente como David Robinson e Tim Duncan. Poderoso. Hoje vendo o NBA Action apareceu umas cravadas de um cara chamado Jason Richardson, um absurdo completo. Ele certamente deve estar lá hoje pulando feito louco.
A super especialização dos esportes, com os atletas fazendo coisas mirabolantes e inacreditáveis, de certa forma vai deixando o charme do esporte pra trás. Esses dias vendo um jogo da NBA vi os narradores americanos delirando quando um branco errou um ganho old-timer. That was sweet, that was sweet. Hoje basquete é muito mais malabarismo do que jogadas bonitas, o que é muito legal também, porém com menos charme para os tradicionalistas. Um esporte que se percebe claramente isso é o tênis - o Guga ganhou hoje.
Eu gostava do tempo do Magic Johnson, Larry Bird, Isiah Tomas, Jordan, etc. Falando nisso lembrei de um campeonato dos três que o Larry Bird ganhou. Aquilo foi bonito. O cara não conseguia errar. Era quando a linha dos três era bem mais longe que a de hoje. Grande albino que jogava bonito.
Voltando ao diarinho, joguei basquete hoje e parece que a impulsão deu uma melhorada. Depois tomei sauna e comi esfirras do Hamid, bem melhor que a do Habibs. A diferença é que só se encontra em São Joaquim.
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fevereiro 13, 2004
E no Fotolog Atração que
E no Fotolog
Atração que muito alegra e estimula a constante presença nas animadas salas de aula da Puc.
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Vitor Koan What about whatever.
Vitor Koan
What about whatever.
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Envy Estou viciado na violentíssima
Envy
Estou viciado na violentíssima banda de hardcore japonês Envy. Mais precisamente no álbum All The Footprints You've Ever Left And The Fear Expecting Ahead, o terceiro disco da banda, que existe há 11 anos. Detalhe bizarro.
Hardcore nunca me agradou demais, muito menos com essa onda melódica. Agora nem dá pra saber direito o que é hardcore. Pra mim Biohazard é hardcore. Envy chega a flertar com o termos post-algumacoisa dentro do estilo. Com guitarras explosivas e gritantes, bateria esmurrada em quebradeira, e um vocal muito, mas muito esgüelado, eles fazem um som doloroso de se ouvir devida tamanha esmirilação. Algo que de início pode fazer com que a pessoa aperte o stop logo de cara, de medo daquilo. Mas se tentar ouvir melhor há de se impressionar pela interessante dinamica e estrutura das músicas. Para assim acabar gostando, o que é massa, mas talvez uma péssima idéia. Não sei exatamente por quê.
Por ser explosivo demais e sempre no limite da pancadaria, eles optaram pela ótima idéia de inserir momentos calmos para contrastar com o pesado. Como se fosse para o ouvinte poder dar uma respirada. Impossível não relacionar com Mogwai, já que os momentos calmos são muito aconchegantes. Ao contrário, seria impossível ouvir 3 músicas do disco em seqüência. Mas o que domina mesmo é a pancadaria, e das feias. É muito bom.
As letras são todas em japonês, que até chega a parecer ser em inglês quando esgüeladas. Ela fica linda nos momentos de calmaria - onde percebe-se claramente que é japonês - com todo aquele tom polido e agradável da língua. Percebe-se bastante isso na faixa seis, a "Mystery and Peace".
Não dá pra ouvir alto, o que não é preciso para que se cumpra o propósito das músicas. Mas dizem que nos shows eles não acreditam muito nisso.
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fevereiro 12, 2004
Lost in Translation Bonito, bonito,
Lost in Translation
Bonito, bonito, bonito, bonito, bonito, é o Encontros e Desencontros. Posso dizer que a Sofia Copolla conseguiu fazer um filme que eu queria muito ver no cinema, mas pouco imaginava possível sua produção. Pois ela fez, brilhantemente. Desde Manhattan do Woody Allen eu não saia tão satisfeito e feliz do cinema, só que agora sem ficar deslumbrado nem neurótico.
O filme se passa na caótica cidade de Tóquio. Bob Harris (Bill Murray) é um ator de hollywood decadente que está no Japão para gravar um comercial de whisky. Charlotte (Scarlett Johansson) é a esposa de um famoso fotógrafo e está apenas acompanhando seu marido viciado em trabalho e em coisas medíocres. Bob e Charlotte começam a se sentir completamente deslogados daquilo tudo e uma solidão avassaladora começam a tomar conta deles. Ao se verem, e se conhecerem através de pequenos diálogos, passam a ver um no outro a chance de uma boa companhia para fugirem daquilo tudo.
O que normalmente seria uma comédia romântica vira então uma obra-prima nas mãos de Sofia Copolla. Ao contrário do mais provável, ambos não caem em joguinhos e disputas de quem irá avançar primeiro, ou qualquer coisa do tipo. O simples fato de estarem próximos já passa a ser um alívio, é bom, é refrescante. Até diria que o filme é uma bela história de amor (não um romance), mas antes de tudo é uma história de uma amizade - ou sei lá como chamar aquilo.
A sensação de alívio e felicidade de ambos juntos contrasta com uma certa falta de habilidade para expressarem o que sentem um pelo outro. Assim com as palavras soa contraditório, mas essa leve tensão deliciosa é a comunicação. Esse não saber o que fazer é a comunicação, sendo que na verdade nem é preciso falar ou dizer coisa alguma. De certa forma já está bem assim. Já está completo. E isso é mostrado através de pequenos gestos ao longo do filme - tendo o melhor momento pra mim quando estão na cama. Isso é comunicação, um quase contentamento, algo extremamente raro mas que marca horrores. Sem deixar espaço para muita tristeza mesmo quando acaba - o sujeito se sente felizardo demais por aquilo.
Soou romântico, mas não é nem um pouco. Não precisa. Sofia Copolla não deixa nenhum tipo de apelo romanticão acontecer. Ela é maestral. O que é de se estranhar que tanta gente esteja gostando do filme (estão?). Que soe elitista, mas a verdade é que hoje em dia quase todo mundo é parecido com o marido fotógrado da Charlotte.
Bill Murray é espetacular. Primeira vez depois desde o Caças Fantasmas que vejo ele em filme. Faz dupla perfeita com a linda Scarlett Johansson (fonte e refúgio de beleza, classe, inteligência e, obviamente, elegância desse planeta. (c)Bruno Galera). Murray ótimo e muito engraçado em várias cenas. Quero ver o Mojo imitando a mulher que fica esperniando no chão e agarrando ele dizendo "Me solta". Muitas dessas cenas usam as coisas engraçadas do Japão, mas de forma alguma pareceu que aquilo era tirando sarro da cultura e do povo japonês. Em qualquer lugar do mundo as pessoas são engraçadas, a televisão é horrível, etc.
Todas as cenas são bonitas. O caos luminoso de Tóquio, a multidão, os video-games, a árvore dos papéis, o trânsito, tudo. Tem que ver na telona. Não é a toa que tá concorrendo em melhor fotogragia. Acompanhando no mesmo nível está a trilha sonora. Marcante a escolha da "Sometimes" do My Bloody Valentine.
Mas qualquer resenha que fale desse filme irá distorcer todo o seu bom gosto. Tem que ver. E não seria nada ruim de rever, rever e rever. De 2003.

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fevereiro 11, 2004
E no Fotolog Monginhos negros
E no Fotolog
Monginhos negros joaquinenses se inspirando na Farmácia do Oswaldo para ficarem na moda do verão. Além da camiseta com o muro, a cor do da esquerda tá combinando com o vitro. Percebi isso quando eles estavam vindo e tentei tirar uma spyshot de dentro do carro. Não foi tanto spy assim, mas curti o que saiu.
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Voltei À cidade da ventania.
Voltei
À cidade da ventania. Continua ventando sim, dando pra dormir com edredon e ficar com preguiça ao levantar. Não fui no trote dos bixos no primeiro dia. Disseram que foi pesado. Compraram latas de tintas, tudo mais. Não sei bem o significado do trote, mas creio que seja pra explicar logo de cara o que é o mundo acadêmico. Nossa, isso ficou durão.
Ontem não teve aula, fui com o pessoal no Tenda e até sentei na mesa mas não vendiam Xingu. Fiquei um tempo curtindo a animação que não saí do lugar e saí. Ah, a velhice. Desci pro Walter e fiquei trocando frases curtas com ele e com a Kátia. Nota para enciclopédia da mulher casada, que explica todos os detalhes para a vida de uma mulher adulta. Se o seu marido for muito rico, é importante ter certas vestimentas apropriadas para o caso do jogo de golfe, esquí, etc. Tudo com ótimas fotos e desenhos dos anos 80. Hoje provavelmente volto lá denovo.
Pretendo ir ver o "Encontros e Desencontros" agora à tarde. Consegui ler só uma resenha do filme até agora. Eu sou demais.
Agora vou procurar umas verduras pra comer junto com o arroz e o músculo, abraço.
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fevereiro 09, 2004
Dying Song É por músicas
Dying Song
É por músicas bonitinhas com a Dying Song que eu gosto das tosquices solo do John Frusciante. Ela faz parte da trilha sonora do "The Brown Bunny". What I really need is a heeaven... :~
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Ríguipa Qualquer link enviado pelo
Ríguipa
Qualquer link enviado pelo meu amigo André Pansani agora terá um significado especial. Dá-lhe garapa com couve.
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fevereiro 08, 2004
Nomos Cptmzen quando tendo que
Nomos
Cptmzen quando tendo que esperar. Tremhin quando tendo que andar. Eduf voltou com o blog.
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Bom Coração Ter um bom
Bom Coração
Ter um bom coração é o ponto-chave. Não importa o quanto você aprenda, o quanto você pratique, se não tiver um bom coração, não vai longe. O benefício será apenas temporário.
(Portões, pág. 179)
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Rinpoche e o LSD (...)
Rinpoche e o LSD
(...) Não é sensato usar qualquer substância que altere a mente, pois ao fazê-lo, você está renunciando ao poder de sua mente. Com o uso das drogas você estabelecerá um padrão cármico no qual tem pouco, ou nenhum, controle de sua mente. Em seu próximo renascimento você pode ser mentalmente retardado ou muito instável; você pode até mesmo renascer como um animal.
Certa vez, alguém me ofereceu LSD. Minha esposa, Jane, me aconselhou a não usá-lo, mas eu queria ver, por mim mesmo, o que as pessoas estavam experimentando. Naquela ocasião, meu fígado estava muito fraco; quando ingeri a substância, senti uma dor terrível e perdi a consciência. Quando voltei a mim, tive visões, mas elas eram, obviamente, apenas exibição dos conceitos comuns de minha mente. Nenhuma delas tinham qualquer significado profundo, para o desapontamento dos alunos que tinham vindo com seus cadernos e canetas para observar e registrar minha experiência. As visões que surgem na meditação como manifestações da natureza pura da mente são muito mais claras e bonitas.
(Portões da Prática Budista - Edição Ampliada, Chagdud Tulku Rinpoche, pág. 127-128)
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Lightpainter Eu gostei muito, mas
Lightpainter
Eu gostei muito, mas muito dessa foto. E de várias outras do fotolog Lightpainter.
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fevereiro 07, 2004
Vendo Maratona Actors Studio no
Vendo
Maratona Actors Studio no Multishow, começando agora às 14h e indo até às 17h. Update: Na verdade foi uma maratona Robin Williams, com duas horas de programa dele. Se colocarem o cara numa camisa de força é certo a cabeça dele explodiria, e seu cérebro sairia andando por de baixo da porta . O cara não consegue ficar parado, cria o tempo todo, nonstop, como consegue? Bastante divertido. Muito mais que vários filmes dele. Ele comentou do site Audible.com, onde tem entrevista feitas por ele com seus idolos, gente como o neurologista Oliver Sacks. Tem também leituras de textos, essas coisas. Vou conferir depois o site. Tomara que não seja pago.
O outro programa foi com o porto-riquenho Benicio Del Toro. Foi bem legal quando ele falou do Basquiat e do Fear and Loathing in Las Vegas, onde colocaram uns trechos das cenas dele e do Hunter (Depp) drogados. Impressionante. Parece ser um super filme.
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E no Fotolog Temos vitamina
E no Fotolog
Temos vitamina de abacate. Uma das minhas vitaminas prediletas. É só não errar no açucar e não esquecer de bater com algumas pedras de gelo no final. Eu gosto com a consistência mais grossa, mas que mesmo assim dê pra tomar no copo. Tendo que esperar aquele intervalo pra ele descer. Importante também deixar formar o bigode de abacate, nem que seja uma única vez. Update: Taí o que comemos depois da vitamina de abacate: Curau de Milho.
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Pro Pansani Duas palavras: GINGKO
Pro Pansani
Duas palavras: GINGKO BILOBA. Obrigado, Cardosinho.
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Sem Sono Será que colocaram
Sem Sono
Será que colocaram alguma coisa no meu guaraná Antártica? Simplesmente não tenho sono, que estranho. Só pode ter sido as emoções do playground. Histórico, realmente.
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fevereiro 06, 2004
Natas Depois de muito repousar
Natas
Depois de muito repousar em um banquinho sob a sombra de um limoeiro, Daniel Galera retorna para deixar o mundo dos blogs mais interessante com o seu Rancho Carne.
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fevereiro 05, 2004
Drum Machine Não conhecia a
Drum Machine
Não conhecia a música "Drum Machine" do Mogwai, disponível na seção Audio do site oficial. Tranqüilinha. Prazer em conhecer.
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Organizer Ufa, acabei de organizar
Organizer
Ufa, acabei de organizar todos meus cds e minhas cassetes. Puz em ordem, nomeei e numerei o que não estava numerado. Coloquei as cassetes dentro da caixa de sapato e os cds dentro das caixas que a Sony vende dez juntos. A mesa está limpa agora. E meus dedos sujos pela Pilot de escrever em cd. Agora sim me sinto bem melhor.
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fevereiro 04, 2004
Assim falou o profeta Mojobé
Assim falou o profeta Mojobé
Se o povo procurar, acha o produto e encontra a luz. Se não procurar, permanece povo.
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Rilda Morreu na madrugada de
Rilda
Morreu na madrugada de hoje a grande escritora brasileira Hilda Hilst. Só li um livro dela, de ficção, o "Cartas de um sedutor". Sujo pacas, mas inegável a tremenda poesia que era aquilo tudo. Ela já estava mal faz um tempinho. Uma das últimas, senão a última, reportagens feitas sobre ela seja a do Nomínimo que eu postei aqui em dezembro. Hilda Hilst ou a derrota das palavras. Ela já estava cansada. Uma lamparina para Hilda Hilst.
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fevereiro 03, 2004
E no Fotolog Sad Dálmata.
E no Fotolog
Sad Dálmata. Tinha mais vários outros animais nessa loja. Uma quantidade enorme de pássaros. Coelhos, pintinhos, hamsters, etc. Não é um lugar feliz.
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fevereiro 02, 2004
New Birds You just have
New Birds
You just have to be sure you're doing the right thing. I mean it's very easy to forget - she's was just sitting there in the pub with her new friends and her new life and her new hair and it might been five years but you'd know just to look at her. I wasn't even sure it was her at first, I was ready to walk away but she smiled and called me over and we said hello for a bit. When we went back to our tables we were tried not to look over at each other and told our friends to stop staring. I didn't see her for the rest of the night, but by closing time the beer's kicked in so I go up and speak to her and we end up going for a walk and talking about our new homes, our new jobs, our new friends and our new birds.
She says she's been going out with him now for about two and a half years, but they don't live together so he'd never find out. And you think about chasing her about school when you were wee and lying in your bed and listening to love songs and pretending they were about you. And the first time you asked her out she said no but one night you went to a wedding and when you came back to the pub she'd changed her mind and you went out. You remember the way she swung her arms when she held your hand but you can't remember how she kissed and now you've got the chance to find out. But you have to remember there's this other kiss. And she's sitting at home, wondering where you are and what you're doing. And you work hard on this kiss and you know it inside out, it's as much yours as it is hers, and it took a long time to get right, it took months of practice and months of embarassment but now you've got it perfected and you've been looking forward to that kiss all week.
You can see her breath in the air between your faces as you stand in the leaves and she just asks you straight out if you want to come and stay at her flat. But you make sure you get separate taxis and you go home and there might be a slight regret and maybe you'll wonder what you missed but you have to remember the kiss that you worked so hard on - and you'll know you've done the right thing.
Fudeu. Voltei a ouvir Arab Strap.
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Generosidade Esperançosa A campainha aqui
Generosidade Esperançosa
A campainha aqui de casa tocou e quando abri a porta havia uma menino loiro, magro e sujo próximo da porta. Perguntou se eu tinha algo pra dar pra ele comer. É foda negar comida, ainda mais quando é criança quem pede. Fui ver o que tinha. Umas bolachas e um final de rosca que ninguém ia comer. Passei manteiga na rosca, enrolei tudo num papel e fui lá, feliz, entregar pra ele.
"Tem umas bolachas e um pedaço de rosca com manteiga aqui dentro."
Ele olhou pro embrulho e começou a abrir com cuidado. Tirou a rosca de lá e com ela na mão apontou pra mim.
"Não gosto de rosca não. Só gosto de bolachas."
Peguei a rosca, ele virou de costas de saiu andando. Fechei a porta e com uma sensação diferente. Parado, comecei a achar aquilo engraçado. Meio que rindo um pouco dele e um pouco de mim. E lembrei que a generosidade esperançosa não é algo nem um pouco bonito.
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Aos Treze Quando fui ver
Aos Treze
Quando fui ver esse filme de grátis no Espaço Veja em São Lourenço, uma turma de meninas com seus treze-quatorze anos encheu a fileira do meu lado esquerdo. Todas muito falantes, usando várias vezes termos como puta, gostosa, biscate, piranha, em brincadeiras entre elas. Pareciam ver nisso uma enorme atitude transgressora. Meio ridículo, mas tão normalzinho que nem deu pra chamar muita atenção. Desciam e subindo as pernas na poltrona, em seus shortinhos coloridos de praia. Seria interessante ver o filme alí. Só torci pra não falarem demais o tempo todo.
Logo no início a do meu lado - a mais gatinha - comentou "Ih, que revoltada. Essa mina vai se dar muito mal". Tracy (Evan Rachel Wood) é a menina dos treze que na escola começa a invejar a sexy e ultra "cool" Evie (Nikki Reed, que escreveu o roteiro quando tinha essa idade). Tracy passa a se esforçar para ser sua amiga, consegue e mais tarde sexo e drogas abre caminho até o fundo do poço.
O filme é até pesado para Hollywood. Teve gente que achou mais pesado que Kids. Eu não achei. Talvez pela velocidade que acontece a mudança em Tracy. Ou pela futilidade enorme que há em tudo que elas se interessam ou sofrem. Mesmo em cenas fortes como ela se machucando nos punhos eu só conseguia pensar "Ai.. ai.. que bobinha". Não dava pra levar a sério ou dar realidade ao seu sofrimento.
Um filme de alerta aos jovens? Talvez. Mas não chega a comunicar muito isso. Que nem propaganta contra às drogas. O que fica mais no ar é o sentimento de não saber o que fazer pra ajudar, assim como a mãe de Tracy. Outra que parece ter seguido o mesmo caminho quando mais nova. Atuação ótima. Suas unhas sujas fizeram as meninas chiarem nas poltronas. O que fazer pra ajudar alguém assim? Ninguém sabe direito. Só consigo pensar em umas boas palmadas logo no começo. No mais, é triste demais pensar que cada vez mais as crianças tentam ser como as crianças mais velhas.
Entre as coisas engraçadas tristes, me diverti com o hype do estilo gangsta rap nos jovens americanos. Os caras se vestem como palhaços e a minas como putonas - só um pouco diferente com a moda putinha no Brasil. Chamou atenção também o irmão surfista da Tracy que se chocou mais quando viu o seu piercing no umbigo do que com a calcinha puxada atrás pra ficar acima do jeans.
O filme não é ruim. Evan Rachel se mostra como uma baita atriz. Ela fez o papel tendo quatorze anos apenas. A cena da cozinha é muito boa, deixando a esperança do amor como remédio contra aquilo tudo. Pena que a fotografia é muito ruim. Estouraram demais o azul mais pro final. Às vezes as cenas dentro de casa pareciam ser em um frigorífico. Acho que não deu muito certo a sensação que queriam passar. Trilha fraquinha, também. Mas Evan Rachel Wood mandou ver. Ainda vai dar no que falar.
Saí da sala como entrei. As meninas ao lado um pouco mais quietas. O filme ganhou vários prêmios em 2003.
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fevereiro 01, 2004
I Wanna Sex U Up
I Wanna Sex U Up
Massa o mais novo I did it for science do sempre legal Grant Stoddard: First Time.
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