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Breves episódios sobre seres improváveis Gus, o Taxidermista, enquanto recheava de serragem e formol a carcaça de um melro, descobriu que podia flutuar no nada. Flutuou um pouco pelo apartamento, se admirando como mesmo os pequenos objetos podem parecer diferentes vistos do teto. Depois saiu pela janela para voar sobre outros ambientes, ver outras pessoas, objetos e lugares. As árvores, por exemplo. O melro ficou em cima de um balcão. No peito aberto, um feixe de palha amarelado em vez de coração e vísceras. # alexandre rodrigues | 24 de novembro Comentários (0) | TrackBack (0) |
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