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dezembro 31, 2003
Já era, 2003 Agora que
Já era, 2003
Agora que já acabou o serviço pesado na cozinha, venho aqui desejar um feliz ano novo pra vocês. Tem gente que faz balanço do ano, lista das melhores coisas, etc. Mas final de ano pra mim lembra que o ano que vai passar daqui a pouco irá se resumir num breve lapso de memória. Mas enquanto isso não acontece logo vou agradecendo às pessoas que convivi esse ano e que de uma forma ou de outra me fizeram ter bons momentos. É quase incrível como consigo encontrar pessoas decentes nesse mundo. Não é qualquer um que tem essa sorte. Grato a vocês.
Como porta-voz do Samjaquimsatva agradeço a todos que visitaram, os que deixaram comentários e os que não deixaram. Sem umas pessoas aí com certeza aqui seria bem menos divertido. Foi legal também ter uma média de 150 visitas por dia, que pela tosqueira é muita coisa. Creio que sem isso não me puxaria para escrever qualquer coisa depois das refeições. Parece também que está sendo bom continuar com ele. Tomare que melhore e seja mais divertido pra quem lê.
Valeu e boa festa a todos. Pra quem não vai ter uma, não tem desculpa. Você não nasceu como ser humano pra ficar com pensamentos e emoções empacadas, mas sim pra usar a imaginação. Faça isso. E quando as baladas marcarem 2004, não esqueçam de dizer o mantra para a felicidade desse ano que chega: Helloa my froend ew meet-ha ÔGUEN ...
Feliz 2004.
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dezembro 30, 2003
Cortez & Bortolotto Saiu na
Cortez & Bortolotto
Saiu na capa do Caderno 2 de hoje uma matéria sobre as peças do Mário Bortolotto que o Raul Cortez começa a encenar dia 28 janeiro no Teatro Faap. Pelo tom da matéria parece que vai dar no que falar. O Raul Cortez diz que certas coisas vão chocar o público acostumado com ele e que pretende atrair mais jovens ao espetáculo. Me senti meio que puxado pra ir denovo a São Paulo só pra ver isso. Da outra vez valeu muito a pena. Saquem só os nomes das peças:
Fica Frio - Uma Road Peça (1989)
À Meia-Noite Um Solo de Sax na Minha Cabeça (1983)
As duas serão encenadas num único programa. Na matéria comenta um pouco sobre ambas, muito massa.
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86 The night is dark
86
The night is dark and my heart is full. But I'll turn on the light, open the gate and bow to him my welcome. After all it's your friend who stands at the door.
(... i've found a new way of living, i've found a joy of my own)
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Princess of luminosity Com as
Princess of luminosity
Com as pessoas se aprontando para assistirem uma aula, palestra, chego e procuro por um lugar. Avisto um senhor lendo um livro sobre os astros, há imagens do espaço impressas no seu livro grosso. Como cheguei atrasado sobraram apenas as cadeiras feitas de borrachas cilíndricas. Aquelas grandes, com encosto alto. As que ninguém gosta, as que eu mais gosto. Avisto ela no meio das pessoas e abano a mão como um oi.
Com a cadeira em mãos procuro um lugar pra sentar. Tem um espaço perto dela, com quase dois metros de espaço no lado direito, é pra lá que vou, sento na ponta e fico olhando pro palco daquele salão. Ela já estava olhando pra mim quando me viro pra ver ela. Com uma cara de brava que significa um sorriso. Sorrio de volta e sua seriedade perde um pouco do sorriso. É quando fica mais bonita, eu percebo.
Balanço a cabeça em forma de pergunta e por uns segundos ela não se move, depois quase ri, descontraída. Na minha necessidade por explicações, repito meu gesto e dessa vez ela desiste de fazer as caras e volta ao seu modo comum extraordinário. Se levante e começa a arrastar sua cadeira de tiras cilíndricas de borracha verde para perto de mim. Até que os braços da cadeira se encontram. Ela senta e fica quieta, eu também, como sempre. Ela percebe que estou com um sorriso interno de sempre e dá tapinhas no meu ante-braço com sua mão lisinha, como se tivesse o poder de reconhecer todos os segredos e tesouros.
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dezembro 29, 2003
Humor de Dicionário Motherfucker 1.
Humor de Dicionário
Motherfucker
1. respectless person with no attitude
2. a supreme insult, an expletive based on the incest taboo, prob. the ultimate in obscenities
3. anything one deslikes
4. a damm. e.g. "I don't give a motherfucker"
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MotherFlogger Há de se admitir
MotherFlogger
Há de se admitir que desde a descoberta da verdadeira identidade do Papai Noel o Natal vai perdendo sua emoção. Porém, mesmo após isso, existia a empolgação de ganhar brinquedos. Mesmo sabendo que ele já estava embrulhado e guardado lá no topo do armário, esperar até o dia 25 pra ele descer pra árvore era uma emoção. E conforme se cresce essa emoção diminuit. Creio que ela volta um pouco na vida adulta, agora na felicidade de ser aquele que confere os presentes. Algo que ainda vai demorar pra acontecer aqui, torço eu, de certa forma... acho.
Mas esse Natal posso dizer que teve um gostinho de infância denovo. Graças a Digimax 201. Falo sério, sou materialista. A verdade é que desde então não saio de perto dela. Onde vou vai atrás. É um xodó esse negócio. Uso como se fosse um celular e geralmente a confudem com um. A infantilidade na atitude é parecida com a infantil, mas há um detalhe diferente. Quando a criança ganha um presente, o mundo ao seu redor perde a importância. Os pais, amigos, comidas brilham menos que o novo brinquedo. Já com a Digimax o processo é inverso. As coisas desse mundo ganham importância. Você presta mais atenção nos detalhes, levanta a cabeça mais vezes e olha pra onde não iria olhar antes. Os seus amigos, família, besteiras mas legal, click. Que comida bonita, click. Menina, click. Mas não deixa de ser infantil, mas tem essa diferença, e por isso mesmo é muito legal.
A viagem de hoje no shopping - devia ter tomado um chopp no Pingüim - é um bom exemplo disso. Fez do passeio chato e tenebroso ficar alegre e divertido. Até passou rápido. Me lembrando assim que o shopping em si não tem nada de bom ou ruim. Árvore de Natal gigante, click. Papai Noel, click. Arquitetura interessante, click. E onde vou ouço comentários de gente querendo ter uma. Obviamente num futuro próximo estará na mão de todos. Na festa de Natal aqui já brincaram que daqui um tempo vai ter mais gente da turma dos fotógrafos do que na dos fotografados. Sem falar que celulares e palms hoje tão vindo com câmera digital, também. Nem bom nem ruim. Aumentará o lixo digital, mas como sempre terá coisas boas.
O importante é só não deixar a obsessão tomar conta do pedaço. Como deixar de aproveitar um momento bom porque tem que tirar uma maldita foto. Eu que adoro fotos mas até então não fazia questão de tirar, não tenho fotos de várias pessoas e momentos ótimos que deixaram de ser registrados em papel ou em bits. Isso de certa forma é ruim, mas de outra é muito bom, já que me faz ficar forçando a lembrança. É bom também não esquecer de ir salvando tudo no coração. Esse sim o último de todos a ser formatado. Cuidem bem dos seus, desfragmentem diariamente, etc.
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Mundo da Musical BRUNO: (...)
Mundo da Musical
BRUNO: (...) Chegamos a conclusão que o nirvana é responsável por todo o lixo pós 90, incluindo todo o new metal e, obviamente, o CREED.
MOJO: Por isso o cobain se matou.
diálogo completo lá no big muff.
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Boina Não dá pra respeitar
Boina
Não dá pra respeitar uma geração que ficava sentada em pufes cantando “subdesenvolvido, subdesenvolvido, subdesenvolvido, subdesenvolvido”. Cavalheiro de Beri-Beri
Era isso. Tô indo ao shopping em Ribeirão Preto. Vou conseguir, vou conseguir.
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Problemão Como é difícil dormir
Problemão
Como é difícil dormir cedo e acordar cedo nas férias.
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ZZzzzzzen Vasculhando os favoritos achei
ZZzzzzzen
Vasculhando os favoritos achei o clássico do-not-zzz. Pra navegar horas e horas. hehe
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Cartões de Natal O post
Cartões de Natal
O post veio meio atrasado mas mesmo assim vale a pena conhecer o Unfortunate Christmas Cards.
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Old Blogger Só por curiosidade:
Old Blogger
Só por curiosidade: Interface do Blogger em 1999. Tosquinho e adorável.
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Poesia Senhora estranha; quando ganha
Poesia
Senhora estranha; quando ganha presentes não agradece diz que já tem, quando ganha um bom dia devolve um "dormiu muito". Quero ser uma velha legal. via nara
Eu nem jovem consigo ser legal, imagina quando velho, se conseguir. Ao menos planejo não ficar louco nem gagá. Boto fé que dará certo. Aleluia para os nossos dias de amanhã.
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Ninguém avisou Que a edição
Ninguém avisou
Que a edição de dezembro da revista Paralelos está no ar.
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dezembro 28, 2003
Ninho do Nambara El Del
Ninho do Nambara
El Del Rey Delfin manda avisar a todos que hoje seu programa Ninho do Coruja na Rádio Muda vai ser um tanto atípico, porém não menos imperdível. Como ele está de férias na praia com seu Rayban roxo, o programa vai ser apresentado pelo ilustre comentarista contratado Nambara Junior, que nos presenteará com uma retrostpectiva de 2003. O programa talvez tenha poucos minutos ou seis horas, já que nunca dá pra saber da índole do Nambara Junior para essas coisas de tempo.
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Aniversário do Chedid Depois da
Aniversário do Chedid
Depois da bacalhoada ainda tinha o aniversário do meu amigo Chedid pra ir. Pensei que a turma do segundo grau ia estar em peso lá mas foi só o Badinhan, o Cadu Perere e a Rosinha. "Tá pior que eu hein, Chedid." Mas foi bom assim. Tava divertido relembrar coisas e rir junto com um dos meus melhores acompanhantes de risadas de todos os tempos, o Cadu Perere. Era doença. A gente podia nem estar rindo da mesma coisa mas era pesado. Quinze anos os hormônios do riso estão a mil, aquela coisa. Tinha costela, pão e cerveja pra beliscar. Belisquei e tomei uns quatro copo americano de cerveja, depois coca.
Entre as histórias engraçadas a de um conhecido nosso que foi no cabeleleiro que perguntou pra ele como queria o "pezinho". Hmmm, não sei, faz normal. E o cabaleleiro deixou só uma fitinha da costeleta, mostrou pro cliente e disse "Parisiense!" "Ranca tudo". Suamos de rir. Depois ficamos vendo vale-tudo no Sportv, aquela coisa. Vitor Belfort apanhou muito mas ganhou por pontos.
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Bacalhoada no Tio Mauro Que
Bacalhoada no Tio Mauro
Que balada o quê. Ficar bebendo litros de cerveja entre outros tipo de bebidas ruins. Ou então comendo carne dura com pão e vinagrete e dá-lhe litros de cerveja que só servem pro sujeito passar o dia seguinte reclamando da ressaca, da dor de cabeça, da caganeira, e tem o remorso também, meu deus, que horror. Um bando de gente junta assim no mesmo estado, vish. Coisa de pobre, e sendo assim, merece desprezo.
Mas pensando bem eu é que tenho sorte de poder participar de uma jantar com poucas pessoas da família e a comida ser digna dos melhores restaurantes do Brasil. Nem toda família tem um chef de primeira classe à disposição - ele pode abrir seu restaurante em São Paulo que vai dar certo fácil. Bem, ontem teve bacalhoada no tio Mauro. Que por si só já comanda na cozinha e tem a manha de fazer até de cachorro-quente um prato fino. Ele ajudou na bacalhoada, mas o chef principal foi seu genro, o Mazinho. Que filha duma mãe, o Mazinho.
Nem sou fã de bacalhoada. Geralmente não como quando feito por qualquer um. Só pego umas batatas e pronto. Mas a de ontem era especial, já sabiamos disse antes de sair de casa. Que delícia. Não é a toa que o Mazinho é um estudioso. Já leu vários livros. Disse que conhece mais de quarenta receitas de bacalhoada e que pegou vários detalhes de cada uma pra compor aquela. Lê revistas, se intera do assunto. É um mestre. Cozinha com paciência e no caso é de importância máxima - pra desalgar os filés. Tempero perfeito. Filha da mãe. Repitam, família - Filho da mãe. Nunca comi uma bacalhoada tão boa e nem consigo imaginar uma melhor.
Além do prato principal, outra parte importante no jantar foi a escolha do vinho. Cada um adequado para cada tipo de prato. Eu que até então não gostava muito de beber junto com a comida entendi que realmente, vinho é feito pra servir como acompanhamento de um prato. No caso, vinho tinto verde, que está sendo chamado de novo vinho pois não passa por todo aquele longo processo, era o apropriado. Antes tomei um tinto normal, que é delírio mas bastante encorpado para uma bacalhoada. O tinto verde tem uma textura que lembra um pouco champagne, bastante diferente e bom. A combinação estava tão boa que eu quase começava a rir do nada e a ter impulsos para dizer xingamentos ao realizador da façanha. Uma boa cena foi a do meu pai comendo e o Tio Mauro perguntando o que ele tava achando da horrível orquestra espanhola que tocava na vitrola da lavanderia. "Muito bonito, muito bonito" dizia olhando para o prato e com a boca cheia. Muito bonito, muito bonito...
E tudo naquela mesa bem feita, com copos e pratos bonitos, de dar gosto. Esse pessoal de meia-idade sabe mesmo o que é se divertir. Não se gastou muito e foi algo digno de reis. E depois pode continuar bebendo o vinho até o fim dos tempos que a barriga está forrada e nunca vai fazer mal. E no dia seguinte, como agora, você estará bem e feliz.
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Decora Well you are in
Decora
Well you are in for a shock, my dim-witted spastic footballing friend, because the news for you is that the same rules apply.
Irvine Welsh, "Filth"
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dezembro 27, 2003
Câncer Muito bom esse blog
Câncer
Muito bom esse blog Trópico de Câncer. É de um cara de Porto Alegre que está narrando seus dias após de ter sido diagnosticado com câncer de rinofaringe. Descreve desde o dia da descoberta, o ínicio do tratamento até os dias de hoje. Como seu Natal, que foi nota 10. Como bem disse o Mini, desmistifica bastante coisa e além do mais o cara escreve bem. Cheguei a me emocionar em algumas partes. Vale a pena. Se você estiver preocupado com algo e começar a ler o blog inteiro pode ser muito interessante. Como foi comigo. Tomara que o cara saia bem dessa.
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dezembro 26, 2003
Ressaca Forte PARADA: Vai no
Ressaca Forte
PARADA: Vai no posto?
FOZY: Hoje eu não vou sair. Ontem já passei mal o bastante pra isso.
PARADA: Sério?
FOZY: Não passei mal de cerveja não. Passei mal de povo.
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Deusa --------
Deusa

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Guiguinho Maluquinho Eu tenhooo... Aí,
Guiguinho Maluquinho
Eu tenhooo... Aí, rolou um upgrade do macaco no site Guigui Art.
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Deu Era o cabo que
Deu
Era o cabo que veio estragado, mesmo. Horror esse hype (fnord). Agora vou comprar pilhas. E ficar dois dias sem comer.
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dezembro 24, 2003
Feliz Natal! Ae, não seja
Feliz Natal!
Ae, não seja tão jovem ao ponto de ficar pensando como o Natal é uma festa besta e colecionando motivos pelo qual você não gosta desse dia. Não há nada mais clichê do que textos reclamando do Natal. Sejamos criativos e aproveitemos a oportunidade. Em ritmo de festa. Só pela vergonha de não ser mais um que reclama do Natal. Agora mesmo começam as coisas por aqui. Ouvi boatos que cada um dos meus oito tios estarão levando vinte garrafas de vinho cada. Feliz Natal pra vocês!
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E desde já Desejo não
E desde já
Desejo não ter que sonhar novamente que o Marco Maciel é o meu personal stylist, caminhando comigo pelo shopping dando dicas dos melhores ternos e roupa social. Não há a mínima necessidade disso. Como em criar confusão com um traficante por causa de onze reais que devo em sua rede de fast-food. Quando finalmente fui entregar as moedas contadas (ele não queria receber em moedas) começou um tiroteio e o cara saiu correndo, deixando meu dinheiro jogado no sofá. Tanta discussão pro dinheiro ficar jogado lá. Sozinho e com medo, enchi meu bolso grande da calça de revolveres e balas que estavam por toda sala. Mas ao ouvir o barulho da polícia por perto, tirei tudo do bolso correndo. Isso mostraria que eu não era traficante. Enfim, de volta a vida norma, amen.
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Posted by parada at 09:17 AM | Comments (0) | TrackBack
Dharma Natalino Quando nos virmos
Dharma Natalino
Quando nos virmos na véspera de Natal para a celebração do sagrado nascimento de Jesus, vamos fazer isso em paz, com uma boa vibração e com uma mente feliz. Acho que isso seria maravilhoso. Participar com uma disposição raivosa seria muito triste. Ao invés disso, venham com uma bela motivação e com muito amor. Não tenham discriminação, mas sim vejam tudo como uma flor dourada, até mesmo o seu pior inimigo. Então o Natal, que muitas vezes produz uma mente agitada, se tornará muito belo.
Dharma Natalino por Lama Thubten "Sorrisão" Yeshe.
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A War has begun Agressões
A War has begun
Agressões em meu irmão passarão a ser mais constantes e pesadas se ele continuar puxando meus pêlos do suvaco quando estou desprevenido com o cotovelo apoiado na mesa. Juntamente quando ele aperta meu mamilo e diz "Cadê peitinho?" Mesmo que apesar disso ele entre em uma crise de riso. Aviso dado. Tem gente que vai chorar.
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dezembro 23, 2003
Mortadela Quando meu pai estudava
Mortadela
Quando meu pai estudava em São Paulo e a grana era realmente curta, ao perguntar em um bar simples qual era o lanche mais barato que eles tinham ouviu como resposta: Peito de peru. Ouviu isso com uma certa estranheza, mas resolveu pedir o tal peito de peru. Quando o lance chegou que ele foi descobrir que o peito de peru era na verdade mortadela. Era assim que ela era chamada naquele bar. E creio que apenas naquele bar a mortadela tinha esse apelido, algo peculiar demais, quase uma piada interna.
Considerado alimento de pobre, a mortadela está se tornando pra mim um alimento fino e muito saboroso graças às boas marcas existentes no mercado. Ao menos pra mim. As marcas baratas ou até as sem marcas eu sou um pouco fresco pra apreciar em demasia. Geralmente as rodelas de gordura são muito grandes e a mortadela em si ensebada demais. Você quase tem que lavar a mão pra depois comer.
Chapecó, Seara, Sadia, Perdigão, são algumas marcas comuns existentes. Mas na humilde opinião do meu paladar a melhor mortadela existente hoje é a Marba. Com um preço mediano ela é apreciada por alguns conceituados chefs de cozinha. Juntamente por mim. Compro a sem pimenta; não consigo apreciar aquelas bolinhas verdes fortes demais quando mordidas. Me estraga o apetite.
Como a mortadela com pão puro, sem nenhum molho ou elemento extra. Mostarda combina, mas esconde um pouco o sabor da mortadela. Sei que existem cervejarias com uma enorme variedade de lanches frios com mortadela, mas não faço a menor idéia de uma bela combinação extra. Talvez com tomates secos fique bom. Talvez mande um email pro Träsel perguntando isso. Na frigideira ela também fica muito boa, completamente diferente do que crua, a qual prefiro cortada bem fininha e jogada no meio do pão. Lanche barato e muito bom. Aconpanhada com coca-cola ou outro refresco que tiver. Já faz um tempo que não como presunto.
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dezembro 22, 2003
Otimismo Ao receber excremento de
Otimismo
Ao receber excremento de aves na roupa branca chamo a sujeira de sorte.
Dá-lhe Carpinejar.
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Vidas Passadas, ontem Ontem, fazendo
Vidas Passadas, ontem
Ontem, fazendo caminhada na avenida (não há necessidade de nome já que é a única da cidade) achei que estava na hora de voltar quando o cheiro de bosta de vaca e as próprias nos acompanhavam pelo trajeto. A Flávia até desejou ter uma câmera pra tirar uma foto minha andando com a vaca de fundo. Descendo pra casa resolvemos passar na praça pra prestigiarmos nossas panças na festa beneficiente do Lion's Clube, a famigerada Festa da Pizza. A praça tava muito lotada. Não tinha nenhuma mesa vazia sob a enorme tenda armada em frente a escadaria da igreja matricial. A Flávia até tentou correr pra pegar uma, mas outras pessoas foram mais rápidas. A salvação foi que eu vi umas amigas dela e sentamos na mesma mesa pra descansar as pernas duras e nos preparar pra comer.
A fome estava grande e as pizzas bonitas. Não pedimos de cara, só pra fome aumentar e então o prazer de comer. Passou o tempo e pedimos ao garçom engraçado a clássica de calabreza. E dá-lhe espera. Até que chamei o mulato sorridente e questionei sobre o paradeiro da minha pizza. Ele apenas me perguntou de volta se não tinham me entregado, o engraçadinho. Ele foi buscar mas voltou com as mãos vazias, e primeiro deu a notícia para a família ao lado. E depois pra gente, que as pizzas tinham acabado. O sorriso que ele sustentava me deixou com uma certeza enorme de que era piada dele. Só depois que perguntei umas nove vezes fui acreditar em sua notícia. Não era pegadinha. Me senti muito mal, desanimado e humilhado. Não aceitando a situação fui até o balcão choramingar. De tanto falar educadamente a moça me disse baixinho Arranja uma ficha com algum garçom que eu te dou a pizza. Procurei pelo mulato sorridente e consegui a ficha. Peguei a pizza de calabreza e a Flávia lá de longe esperava com um sorriso no rosto. Tava muito boa.
Enquanto a gente comia dava pra escutar o grave do trombone marcando o tempo da banda do coreto. Conhecidos ficavam em dúvida se me comprimentavam ou não, aquela coisa. Tinha muita criança com seus pais. Eu mastigava a calabreza tostadinha vendo o vendedor de balões encher vários e fazer nós para usar como enfeites no balão. Modernidade. Cometei dos balões com a Flávia e ela disse Olha pra trás. Tinha uma mesa enorme cheia de crianças com seus pais e cada uma delas segurando o barbante de seus balões de hélio. Tinha uns seis, enormes e sofisticados. Um cara salvou o balão no teto de um menino e todos bateram palma. A Flávia então lembrou de quando éramos crianças e nossos balões escapavam de nossas mãos e iam parar no teto da sala. Incrível como essa cena estava fresca em minha memória. Lembrei de como parecia alto o teto, um absurdo de alto. Foi muito surreal lembrar disso, sendo que hoje quase relo a mão no teto sem pular.
Depois da pizza comemos churros de sobremesa e voltamos pra casa andando. Foi bem legal. E como a Flávia ri...
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Munha virou Negro Fotos do
Munha virou Negro
Fotos do último show do Satanique Samba Trio em Brasília: aqui, aqui e aqui. (valeu, nara)
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Conselho para mim mesmo Controla
Conselho para mim mesmo
Controla tua aversão automática.
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R.E.M. Em minha mente costumo
R.E.M.
Em minha mente costumo igualar muitas bandas que desconheço como iguais. Travis e Coldplay, Limp Biscuit e Linkin Park, Caetano Veloso e Gilberto Gil, e no caso, U2 e REM. É algo que acontece quase que automaticamente. E assim acabo deixando de conhecer algumas coisas legais.
Nesse final de semana vendo tevê topei com o programa 'Por Trás da Fama' do R.E.M. no Multishow e resolvi que devia conhecer a banda melhor. Ter uma coletânea, algo do tipo. Estou precisando mesmo de alguns cds de "rock normal" na minhas discoteca (!), como alegremente disse meu irmão por me pegar ouvindo "Just Because" do Jane's Addiction. Que legal que está ouvindo rock normal, foi a frase.
Então baixei a coletânea In Time - Best of REM: 1988 - 2003. Que juntamente com o New Adventures in Hi-fi, melhor disco da banda, susseguei minhas buscas, contente. Realmente é uma bela banda. Ótimas baladas alegres como "Imitation Of Life", "Bad Day", "What's the frequency, Kenneth?" e "Orange Crush". Bem legal pra ouvir no carro. Aquela música que não te deixa perturbado quando a outra pessoa começa a conversar durante sua execução. A vida não é feita só de metal, sabe como é.
Já U2 eu não sei se compensa o esforço.
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Cresce, bebê A Carla Rodrigues
Cresce, bebê
A Carla Rodrigues do NoMínimo fez uma bela entrevista com o professor e psicanalista Benilton Bezerra Jr. sobre a "febre" da depressão nos dias de hoje. O psicanalista comenta da liberdade que hoje temos de poder ir até aquilo que achamos que nos trará satisfação e ao mesmo tempo perceber uma vida cada vez mais vazia dessa mesma. Outra coisa interessante é que o aumento dos diagnósticos estão relacionados com o crescimento do número de antidepressivos no mercado. Então quanto mais antidepressivos maior serão os índices de diagnósticos? Essa indústria farmaceutica. E aqui no Brasil esses remédios nem são anunciados na tevê como são nos EUA. Enfim, esse problema do crescimento da depressão na minha opinião é que cada vez as pessoas estão mais neuróticas e burras, acreditando na televisão e na publicidade, e assim esquecendo de um monte de obviedades. Ok, não é fácil viver no mundo de hoje, mas quase ninguém faz um pouquinho de esforço para dar aquela calibrada na maturidade, que nunca é demais.
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dezembro 21, 2003
International Buddhist Film Festival Que
International Buddhist Film Festival
Que sensacional.
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Revelações do Dicionário sofisticado |
Revelações do Dicionário
sofisticado | adj.
v. masc. sing. de sofisticar
adj., em que há sofisticação; falsificado; adulterado; artificial; afectado; requintado.
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The temple for all music
The temple for all music in the future
Ia mandar pro Fozy mas vou postar aqui. A entrevista em vídeo que a brainwashed brain fez com o Stuart e Dominic do Mogwai. Tem 40min de duração (58Mb) em QuickTime. Qualidade bem mediana, mas pra quem é fãs tá valendo. Bobeirinhas sarcásticas e hshshs de sempre. Depois da entrevista tem a Jewish inteira ao vivo. (via bright light!)
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dezembro 20, 2003
Escrevendo uma História O Parada
Escrevendo uma História
O Parada não só virou GÊNIO, mas agora também deu para ter poderes sobrenaturais! - Eduardo Pinheiro
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Dica de Relacionamento Don't ever
Dica de Relacionamento
Don't ever tell anybody anything. If you do, you start missing everybody. - J.D. Salinger. (apud seesaw)
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dezembro 19, 2003
João 1:9 e 14 "A
João 1:9 e 14
"A verdadeira luz, vinda ao mundo, ilumina a todo homem...
E o Verbo se fez carne e habitou entre nós".
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Lembranças do Athenas Eu já
Lembranças do Athenas
Eu já levei socos e pontapés de metaleiros que me viram tocando a música "Ana Julia" na bateria. Maradona, Clebinho e Carlão era a gangue. O Carlão acabou me salvando porque o Clebinho e o Maradona queriam continuar me surrando de verdade. Mas todos respeitam o Carlão. Grande sujeito. O único que segue a carreira de metaleiro humilde e durão até hoje. Dois outros dois um virou médico e o outro se veste bem. Falsa favela.
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Churras nos Waldevino Eu tinha
Churras nos Waldevino
Eu tinha quase certeza que em pleno meio-dia, quando cheguei em Campinas ontem, o Walter estaria dormindo e não rolaria uma refeição merecedora. Eu teria que almoçar em algum lugar como a padaria, mesmo. Mas não. Liguei lá e recebi de cara um "Tá afim dum churras?" Sempre. "Então desce aí." Tô indo!
Desci os duzentos metros pensando que ou iríamos a um rodízio ou a casa do Walter estaria cheia de jovens filósofos e um cineasta. Nenhuma das alternativas. O churrasco seria lá mesmo, na churrasqueira ao lado do ar-condicionado. Só que os convidados seriam nada menos que a Família Waldevino. Diretamente da viagem de dois dias de carro do Nordeste até Campinas. Nunca tinha tido a sensação de honra por participar de um churrasco.
Só pela presença eu já estaria satisfeito, mas ainda tinham as comidas. De início petiscos de pizza e queijo. O tempero extra da pizza estava ótimo. Me senti comendo camarão num restaurante bom do nordeste. Tempero é tudo. Enquanto isso Walter espetava toras de carne e lingüiças. Nas poucas conversas entre eu e meu amigo, a história de um escocês que foi ao Sul e ficou chocado com o tamanho das peças de carne que a gente coloca pra assar. Nunca tinha visto. Tirou fotos, etc, o comedor de batata.
Com todos já na mesa mandando ver, permanecia em pé, ao lado da churrasqueira, em frente o ar-condicionado, em respeito ao Walter que trabalhava nas carnes. Mas logo percebi que ele não ia se sentar muito cedo e decidi fazer companhia pra Kátia na mesa. Salada com aquele tempero, farofa com aquele tempero, arroz com aquele tempero, feijão preto com aquele tempero, bolinho de espinafre que é demais, e as lascas de carne que o Walter ia tacando em meu prato e dizendo baixo Essa tá boa. Só não experimentei o suco de açaí que tinha laranja, limão, abacaxi, manga, e mais uns cinco tipos de frutas. A mãe do Walter deu uma bicada, olhou pra mim e com sua fala calma e imperturbável disse baixinho: Ai que horrível. Por isso não experimentei, mesmo com a insistência da irmã do seu Waldevino. Como os pais do Walter são legais.
Como ninguém mais pegava as carnes que repousavam no pratão escrito "churrasco", continuei. Comi bastante. O Walter comeu pouco. Beliscou, e depois ficou dizendo que comeu horrores, o sulista. Mas esse não é um momento para críticas, é de agradecimento. Depois na sobremesa ele comeu umas sete tacinhas de mousse de macarujá com sorvete de manga feito em casa. O mouse tava tão bom que eu nem quis experimentar o sorvete. Melhor mouse do mundo. Uma delícia, eu repetia mentalmente com o sotaque de francês.
Depois fomos descansar e o Walter ficou dizendo no colchão com a Kátia: "Ai, amor, que sensação ruim. Ai, amor, como dói meu estomago". E a gente ficou falando coisas e às vezes rindo até seis da tarde. Me despedi e dissemos Até fevereiro. Acho que dessa vez não vai ter como não passar em Porto Alegre. Mas tá longe demais, fevereiro ainda é algo muito improvável. Foi muito bom o churrasco. Belo presente pela viagem besta. Fiquei honrado. E até pude marcar na conta os R$ 100,00.
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dezembro 18, 2003
La historia del mamut Os
La historia del mamut
Os avanços da pedagogia infantil são incríveis. Veja e aprenda você também.
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dezembro 16, 2003
Budapeste Sempre ouvi falar super
Budapeste
Sempre ouvi falar super bem do Chico Buarque. De sua inteligência e de suas maravilhosas músicas cheias de sofisticadas construções poéticas. Isso vindo dos mais variados tipos de pessoas. Dos fãs de sertanejo até os intelectuais mais grã-finos. O suficiente pra eu achar um lixo e nutrir um belo preconceito pelo cara. Além do mais que ele me lembra as palavras como "bossa nova", "boêmio", "comunista", "tropicalistas" - que sei que ele não era, etc. O fato é que nunca prestei atenção nas músicas do cara. Devo conhecer várias por ter ouvido na mídia, mas de cabeça agora não lembro de nenhuma. Com um certo orgulho que os ananases sustentam por serem ignorantes. Algo burro demais.
Mas agora pelo menos conheço seu terceiro livro, o recém lançado Budapeste (Companhia das Letras, 174p). O romance que conta a história do escritor anônimo José Costa que vai até Istambul para um congresso de ghost writers. Que é o sujeito que escreve para que outro assinem. Pulando de lugares e em viagens, histórias são contadas. A de sua mulher e filho no Rio, a de sua professora de húngaro que ele acaba tendo um romance, e a sua própria, cheia e sentimentos de estranheza, de fama e esquecimento, e o mais comum de todos que é se sentir um estranho no mundo.
O livro não traz nenhuma grande mensagem. O bom é desde a primeira parte até a última, em pequenas doses, em pequenos trechos e detalhes. E como ele faz isso muito bem, tem uma ótima narrativa. Com um ritmo agradável de ler, um estilo falso-leve, como diz na orelha o Luis Fernando Veríssimo. E vários bons momentos. Adoro quando o José Costa diz aleatoriamente palavras em português só pelo prazer e saudade de pronunciá-las. O final faz com que você passe alguns minutos vivento sobre a finesse narrativa do Chicão. E é uma pena que acaba.
Eu gostei pra caramba. Assim como sua música, o livro parece ter o poder de agradar à todos. Menos àqueles, claro. Uma leitura agradável, falsa-leve e rápida. Matei em quatro dias geralmente lendo antes de dormir. Eis um belo presente pro Natal.
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dezembro 15, 2003
Não é a Dani Abade
Não é a Dani Abade
Marcelinho Carioca vira refém na Arábia. Bem, mas, ahm... hhgrrhrhgs.
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Faço questão De agradecer ao
Faço questão
De agradecer ao Bruno pelo ótimo CD lotado de mp3 que chegou hoje à tarde aqui em casa. Põe na conta, chefia. Valeus.
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Cadela Apache Dentre as barbaridades
Cadela Apache
Dentre as barbaridades cometidas pelo exército norte-americano no Iraque está a história da cadela Apache. (via cora)
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Para mim, não dá para
Para mim, não dá para falar...
Nós tivemos um carma muito bom, acho que nós não temos idéia de quão afortunados fomos por termos tido Rinpoche como mestre, e por termos tido a oportunidade de tê-lo no Brasil conosco.
Lama Sherab fala sobre a cremação do Rinpoche no Nepal. Tem algumas fotos no site do Odsal Ling, também.
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Caraca o caralho Uma coisa
Caraca o caralho
Uma coisa eu tenho certeza aqui comigo: o Calvin não pode usar o termo “caraca”. Não pode. Mesmo.
“Caralho”, “cacete” eu reconheço que talvez não seja a melhor opção. Apesar de qualquer coisa ser melhor que “caraca”. “Avestruz” é uma opção. Ou "caramba”, mesmo. Tá ótimo “caramba”. Mas “caraca”? CARACA? Ah, não me estraguem o dia. Cadê o respeito ao tio Watterson?
Que não se repita. Que agora vou pegar minha sobremesa.
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dezembro 14, 2003
Fuck Evil Fuck evil. Fuck
Fuck Evil
Fuck evil. Fuck evil people. Ok? Fuck evil people. Vi hoje e gravo amanhã o DVD "Pleasure + Pain" do Ben Harper. É muito bonito.
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Torcedor Alguém me explica a
Torcedor
Alguém me explica a enorme festa da torcida do Grêmio na vitória de hoje por 3 a 0 sobre o Corinthians. E aquelas invasões de campo? O time passou duzentas rodadas na lanterna e com força conseguiram escapar do rebaixamento. Nossa. Parecia até que tinham ganho o campeonato, mas só escaparam do rebaixamento. Gaúcho aumenta tudo. Que divertido.
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Pegaram o Saddan Ele estava
Pegaram o Saddan
Ele estava dormindo em sua casa em Tikrit, sua cidade natal ao norte de Bagdá. Que esconderijo, uau. Liguei na CNN que repetia imagens de um saguão com iraquianos vendo as notícias na tevê e apareceu apenas um aplaudindo. Nas ruas do Iraque poucas pessoas comemoram. As que estão seguram a foto de outra pessoa e dançam com bandeiras vermelhas. Mas são muito poucas mesmo, até agora. Comemorar o quê, depois de terem seu país destruído? E não entendo de geopolítica mas acho bem improvável que uma democracia se instale no Iraque. Veja o caso do Afeganistão.
Enquanto isso hoje de manhã joguei basquete, nadei e tomei duas garrafas de guaraná antártica antes de descer pra casa. Isso junto com o Ivan. Ter muito dinheiro ou poder não é aconselhável hoje em dia. "Vamos almoçar?" Vamos.
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dezembro 13, 2003
Ninho do Coruja mais cedo
Ninho do Coruja mais cedo
Amanhã, domingo, o melhor programa da Rádio Muda, o Ninho do Coruja do Delfin, começará mais cedo, às 23hrs. Com a participação da detratora que chamou o Delfin de baladeiro na semana passada. O bicho vai pegar. Começará sempre entre onze e meia-noite, pelo menos durante as férias, disse o Delfin. Isso significa que o programa terá mais duas horas de duração. Dá-lhe. Ouvirei. Ligarei.
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dezembro 11, 2003
Deve ser mesmo I think
Deve ser mesmo
I think the iPod is the best invention in the history of human events -Bary (mas moramos no Brasil)
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dezembro 10, 2003
Crença & Técnica para Prosa
Crença & Técnica para Prosa Moderna
por Jack Kerouac
1. Cadernos secretos rabiscados, páginas datilografadas selvagens, por pura diversão
2. Submisso a tudo, aberto, ouvindo
3. Tente nunca se embebedar fora da tua casa
4. Ama tua vida
5. Algo que você sinta encontrará seu próprio formato
6. Seja louco santoidiota da mente
7. Exploda tanto quanto quiseres
8. Escreva o que quiseres sem limites dos limites da mente
9. As indizíveis visões do indivíduo
10. Sem tempo para poesia mas exatamente o que é
11. Tiques visionários sacudindo no peito
12. Sonhando fixado em transe o objeto a tua frente
13. Remova as inibições literárias, gramaticais e sintáticas
14. Como Proust seja um velho perante o tempo
15. Contando a verdadeira história do mundo em monólogo interior
16. A centro gemado do interesse é o olho dentro do olho
17. Escreva rememorando e surpreendendo-se consigo mesmo
18. Trabalha na intensidade concisa do olho médio saltado, nadando no mar da linguagem
19. Aceita a perda eterna
20. Creia no sagrado desígnio da vida
21. Luta para expressar o fluxo que já existe intacto na mente
22. Não pensa palavras quando parar, tenta ver melhor a imagem
23. Registra cada dia que tenha celebrado na manhã seguinte
24. Nenhum medo ou vergonha da dignidade das tuas experiência, linguagem & conhecimento
25. Escreva para que o mundo leia e veja tua exata imagem dele
26. Livrofilme é o filme em palavras, a forma visual Americana
27. Em louvor ao Personagem na Desolada Solidão inumana
28. Escreva selvagem, indisciplinado, puro, vindo das profundezas, quanto mais louco melhor
29. És um gênio o tempo todo
30. Escritor-Diretor de filmes Terráqueos Patrocinado & feito Anjo no Céu
(traduzido por Padma Dorje em 18/02/2002, alegria!)
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Mini É verdade também que
Posted by parada at 04:22 PM | Comments (0) | TrackBack
Mu À noite aqui em
Mu
À noite aqui em casa é mais comum ouvir as conversas dos cachorros. Um late aqui do lado e o outro respondo lá do outro quarteirão. Às vezes são apenas breves notícias, mas dá de acontecer altas discussões na calada da noite. Todo mundo escuta, já que o bairro é muito calmo e até os grilos deram uma sumida nesses dias de chuva.
Dentre as conversas que dá pra ouvir à noite, uma bem rara é a das vacas. Mas ontem aconteceu delas se puserem a falar, aproveitando o silêncio dos cães que já dormiam. Eram longos e curtos muuuuuus. Com espaço de tempo para pensar e então responder. Às vezes em coros de duas ou três juntas. Uma festa. Lindo.
O Ivan comentou primeiro dos mugidos. Deitado em nossas camas nem comentei nada, fiquei quieto. Me esforçando para manter a concentração na minha leitura. E elas continuavam, as vacas. Até que uma hora não agüentei e comecei a rir. Aquilo era engraçado demais. O Ivan perguntou do que eu estava rindo, das vacas ou do livro? Menti dizendo que era do livro. Não queria potencializar uma crise de risos durante à madrugada e ter de agüentar ele pilhado por horas seguidas. Fiz muito bem. Continuando minha leitura fiquei com receio de não dormir se as vaquinhas continuassem sua conversa até tarde da noite. Mas quando vi elas já tinham parado. As primeiras páginas do Budapeste são legais.
Com as vacas já dormindo, o Ivan avisou "Tchau. Vou dormir". E deu uns dez segundos e ele começou a roncar. Impressionante esse seu poder. Até parei pra ver se era verdade. Agora, o seu ronco que marcava o tempo em minha cabeça. Li mais um pouco e o ronco parou. Aí sim, com as vacas, cachorros, grilhos, pernilongos e o Ivan dormindo, dormir também.
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Família Buscapé Mas eu ri
Família Buscapé
Mas eu ri demais disso. Parabéns ao autor.
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dezembro 09, 2003
Smart ASS Sinais de Vulgaridade
Smart ASS
Sinais de Vulgaridade II. Para fazer sorrir o cavalheiro que há dentro de você.
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A Criança no Tempo Eu
A Criança no Tempo
Eu nem cheguei a gostar tanto de O Jardim de Cimento. Ficção violenta demais não me atrai tanto, mesmo ela sendo uma obra-prima. Mas lembrando da pegada do autor e imaginando ela em A Criança no Tempo (Ed. Rocco, 250p.) acabei comprando mais um livro de Ian McEwan.
Logo no início da narrativa, Stephen, um escritor de livros infantis, perde sua filha na fila do supermercado e não a encontra mais. De cara McEwan mostra seu poder com as palavras e sua falta de educação. Ele não pede licença pra causar uma forte apreensão no leitor, nem sequer nos prepara pra isso. Teme-se o livro continuar assim pra pior, mas não é o que acontece. A história segue com num ritmo bem dosado de emoções. Sorte nossa.
Ao invés de usar todo seu poderio com as palavras, McEwan usa um tipo de silêncio pra ilustrar o sofrimento de Stephen e sua esposa. O livro segue mostrando como ambos lidam com a relação tempo-espaço com a memória da filha. De quando esquecemos que aquilo que nos deixa mais feliz é aquilo que também pode dilacerar nossas vidas. Entre isso há algumas críticas às instituições - Stephen faz parte de uma comissão que discute educação infantil (puericultura), algo que apenas lhe dá sono e tédio - que aumenta o volume do livro numa narrativa não-linear.
Mesmo sendo forte, A Criança no Tempo não é um livro perverso. Uma imagem que acompanha o autor e que eu mesmo tive de seu primeiro livro. É só então o retrato do sofrimento de uma família adorável que perde sua preciosa filha. O que acontece durante os anos e o que eles fazem para se curarem disso, ou melhor, para continuar vivendo com isso. Li em uma semana. Bom livro.
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Belezuras Estou de férias há
Belezuras
Estou de férias há uma semana. Pulei pro terceiro ano de jornalismo. Que coisa, não? Chuif. E pelo que parece aqui em casa nunca falta um pote de Chicabom.
Hoje dei duas voltas de bicicleta na avenida. Trajeto entre as entradas das Cohabs. Deu pra cansar. Só quando estacionei que o suor brotou com força. Sensação boa.
Parei na casa da minha vó e fiquei até a Zezé chegar. "Vamos rezar?", disse a Dim como um gracejo. Falei que ia mais tarde. "Reza pra mim, tá?" Acho que foi a primeira vez que ouvi isso dela. Tem o defeito de nunca pedir nada. Hoje sua pressão aumentou mas já normalizou. Saí de lá meio emotivo e desci a movimentada rua São Paulo com todas as lojas abertas e enfeitadas para o Natal e fiquei feliz.
Agora a pouco teve prática, onde contemplamos o poder da barata sobre nossa concentração. Ela deu um show.
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dezembro 08, 2003
The Curse of the Jade
The Curse of the Jade Scorpion
Sábado eu vi O Escorpião de Jade no TeleCine. Sem intervalos, maravilha. Woody é o CW Briggs, um detetive de uma companhia de seguros que odeia a mulher contratada pra deixar o escritório mais eficiente. Até que em uma festinha da empresa os dois são escolhidos como voluntários para um show de hipnose, que funciona ao ponto deles agirem como amantes. Mas o mágico tem segundos planos com eles. Deixa implantado em seus subconscientes palavras que ao ouvirem fiquem sobre seu comando. E através de ligações usa o detetive Briggs como ladrão de jóias. Pois todo bom detetive é um bom ladrão. A história segue com ele investigando o próprio roubo e suas implicações.
O filme é bem mediano. Peca principalmente por revelar o final muito cedo. Fica bastante previsível. Então a diversão cai sob as piadas one liner e gracejos de um Woody velhinho mas com a sombra de seus melhores momentos. Créditos por ser um filme de detetive, tem elementos legais. Ele em transe nem chega a ser tão bom. Em Zelig e ele faz isso bem melhor, em um dos tratamentos pra descobrir a causa de sua multi-personalidade. O final é fraco e quase um humor negro.
Mas valeu. Creio que mesmo quem não é fã vai gostar desse. Se fosse meu primeiro filme dele, certamente iria atrás de outros. Há os traços de sua genialidade alí. Mas isso nem chega a ser um elogio. É o vinho virando vinagre? Falar assim é ser durão demais com um cara que vive dentro de filmes e lança um a cada ano. Tudo bem os mais recentes serem fracos, ele estar sem produtora e meio decadente. É legal assim mesmo. Continue.
Lendo o IMDb um cara comentou que seria interessante se ele usasse atrizes mais velhas e talentosas ao invés de mulheres lindas e muito mais jovens. Talvez fosse legal, mesmo, já que às vezes fica falso demais a atuação dele com as moças. Até meio triste e faz com que muita gente não goste dele. Who cares? De 2001.
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Posted by parada at 11:15 AM | Comments (0) | TrackBack
II-XV When you ask me
II-XV
When you ask me to sing it feels my heart would burst with pride
And I look at your face and tears come to my eyes
All that's harsh and wrong in my life melts into one sweet song
And my love spreads wings like a glad bird flying over the road
I know you take pleasure in my singing
I know that only when I sing do you hear me
Cuz then I touch things I can't touch I touch parts of you I really can't touch
Drunk with the joy of singing I forget myself and call you my friend
I'm here to sing you songs
In your room I have a corner seat
In your world I have no work to do
My life can only break out in songs that have no purpose
-bpb
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Posted by parada at 02:21 AM | Comments (0) | TrackBack
dezembro 06, 2003
Feeling Yourself Disintegrate Love in
Feeling Yourself Disintegrate
Love in our life is just too valuable
Oh to feel for even a second without it
But life without death is just impossible
Oh to realize something is ending within us
Feeling yourself disintegrate
Feeling yourself disintegrate
Feeling yourself disintegrate
Feeling yourself disintegrate
Feeling yourself disintegrate
Feeling yourself disintegrate
Feeling yourself disintegrate
Feeling yourself disintegrate
Feeling yourself disintegrate...
Maravilha do disco "The Soft Bulletin", do Flaming Lips.
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Posted by parada at 11:46 PM | Comments (0) | TrackBack
Novela-Dharma A segunda cena que
Novela-Dharma
A segunda cena que a Lama Sherab relatou foi a de um personagem em recuperação do alcolismo, um tanto irresponsável. Ele pediu a uma amiga da ex-esposa dinheiro emprestado para pagar a conta de luz, mas chegou em casa e já haviam cortado. A mulher e a filha jantavam a luz de velas.
Ele sentou, como se nada tivesse acontecido, e começou a comer e contar uma história qualquer do dia dele. Num determinado ponto a mulher perguntou se ele não estava percebendo nada de estranho. Ela começa a ter um ataque, perdeu cinco clientes no salão de beleza pela falta de luz. Ela berra muito e bate a porta. A menina entra em estado de choque.
O homem então apenas começa a contar para a menina, muito assustada: "fulana, você sabia que as muitas das invenções da humanidade foram feitas a luz de velas?" E a menina melhora um pouco.
Lama Sherab comenta que dá para entender a reação da mulher, é uma reação justificável. O sujeito é um irresponsável, enfim, tem esses problemas todos mesmo. Por outro lado, em termos cármicos, ele está em situação bem melhor do que a da mulher. Ela gerou apenas carma, ao berrar com ele e colocar a menina em estado de choque, e ele gerou mérito ao manter a calma e um bom coração.
Ela deu esse exemplo dizendo que não podemos julgar facilmente a atitude das pessoas. Num sentido sutil, o homem estava acumulando muito mais mérito do que a mulher, por mais que a raiva da mulher fosse justificável.
Lembrou também que muitas vezes o que achamos que são nossas qualidades são na verdade nossos obstáculos, e o que achamos que são obstáculos, são nossas qualidades.
Com o ponto de vista do dharma realmente podemos encontrar ensinamentos nos âmbitos mais insuspeitos.
(escrito por Eduardo Pinheiro, em Ubik, 22/08/2002)
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Posted by parada at 12:58 PM | Comments (0) | TrackBack
Filmes na TV Hoje, às
Filmes na TV
Hoje, às 19h25, no TeleCine Premium, vai passar O Escorpião de Jade de Woody Allen. Não vi esse, vou ver. Deve vez não será dublado.
Mais tarde, às 23h15, no SBT, o ótimo Memento (Amnésia). Já vi, é muito bom, talvez veja de novo, mas ando saindo. Lembro que quando acabei de ver esse filme tive que ir correr pra arejar a cabeça.
Update: E hoje, domingo, às 0h, na Band, Young Frankenstein. Esse sim, esse sim. Considerado o melhor filme de Mel Brooks.
Passam filmes bons na televisão.
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dezembro 05, 2003
Focas Fiz um fotolog. Como
Focas
Fiz um fotolog. Como não tenho câmera digital e nem fico tirando fotos por aí, vou ir colocando coisas que tenho guardadas no HD. Vou tentar colocar uma todo dia, que é o que o serviço dispõe. Fotos simples, mal feitas, mas que de alguma forma me agradam e me divertem.
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Posted by parada at 05:33 PM | Comments (0) | TrackBack
Virou Freguês Ao fim, o
Virou Freguês
Ao fim, o que iguala Cristy e Amsterdan, e portanto ricos e pobres, é a profunda dor de existir. Que cada um busca esquecer isso da forma que pode. Aqueles que conseguem pensar nisso, saem transformados.
Não duvido. É o Estadão falando mais uma vez sobre o teatro de Mário Bortolotto. Dessa vez sobre a peça A Frente Fria Que a Chuva Traz. Moradores de São Paulo que visitam esse blog, repito, parem de assistir golfe na televisão e vão conhecer esse povo. Vale a viagem. E não custa lembrar do blog do cara, que vira e mexe tem ótimos textos.
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Band Verão Sabem quem vai
Band Verão
Sabem quem vai dividir a apresentação do Band Verão 2004 com a Sabrina Parlatore? Olivier Anquier. Up.
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Balé de Maomé Nunca ri
Balé de Maomé
Nunca ri tanto de uma capa do Estadão como a de hoje. É uma foto do presidente Lula vendo em primeiro plano um muçulmano fazendo a pose clássica do balé, como parte de um ritual que lembra Maomé. É possível ver a foto aqui, mas vale a pena abrir o pdf pra ver ela em tamanho grande. Muito bom.
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dezembro 04, 2003
Hilda Hilst Velhice não é
Hilda Hilst
Velhice não é fácil. Até os brinquedos prediletos perdem a graça e sua suposta utilidade.
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Recuerdos de Paquetá Que preciosidade
Recuerdos de Paquetá
Que preciosidade é o Conjunto Comercial. Baixem a canção 'Conjunto Comercial feat. Hermanos Kartoffeln - Pero Que Yo No Puedo Hacer La Cosa De La Persona Muy Grande (Te Quiero Demás)'. Quase passei mal na estrofe em caps.
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Que Vergonha Continuando o momento
Que Vergonha
Continuando o momento esporte, meu irmão veio aqui com a Spalding em mãos e sentou do meu lado. Ficou quieto um pouco e começou a falar coisas do passado que eu nem lembro direito. Então no meio das frases ele soltou:
Você gostava muito de basquete antes né, ôu. Igual como você gosta de computador hoje.
Ele nem quis me ofender. Tá lá deitado no sofá vendo desenhos. Algo que faz todas as tardes, como venho percebendo.
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PGA Tour O Patrick Amaral
PGA Tour
O Patrick Amaral mandou um email tentando me convencer a assistir um jogo de golfe:
Mas o papo é golfe, tu nunca parou pra ver uma partida? Eu pensava a mesma coisa (jogo massante, sem atrativo nenhum), pra piorar tinha aquele monte de nomes: eagle, birdy, par, boogie, double boogie, sistema de pontuação conforme o campo, doze tipos de tacos, etc...
Num dia qualquer vi na ESPN o Tiger Woods jogando, parei pela curiosidade de ver o cara, afinal todo mundo conhece ele. Tava tentando entender como rolava o jogo, era um Masters se não me engano, os narradores passavam a maior parte do tempo explicando as regras da partida (acho que era a primeira temporada transmitida pro Brasil) e acabei gostando da coisa, além das regras existe toda uma norma de conduta, inclusive com vestuário (rubbish). Sei que viciei nessa porra, até andei pesquisando preços (impraticável para um operário como eu), então me contento com o joguinho do PC.
Tu é palmeirense? "praticou" bastante na segundona? Então pensa positivo, porque o meu Gremio NÃO pode cair.
Ok, Patrick, agora vai ser impossível eu não prestar atenção quando sem querer topar com um. Se isso acontecer te digo como foi. Engraçado é que eu cheguei a fazer uma aula de golfe no hotel Solares das Andorinhas. Lá tem um campo muito bonito e bem cuidado. Se bem me lembro até mandei uma bola pro rio, mas não é certeza. Só dei umas poucas tacadas e nem me interessei muito. Esporte impossível. Achei que facilitava lançar a bolinha com a mão sem a ajuda do taco. Sinuca é bem mais fácil. E mais pra macho, também. O vestuário pode variar um pouco.
O Palmeiras na segundona foi lindo. Melhor acontecimento pro futebol brasileiro, fiquei orgulhoso. Mas sinto, meus pensamentos em relação ao Grêmio são apenas negativos. Pra você desejo contentamento.
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dezembro 03, 2003
In The Hook Ontem fiz
In The Hook
Ontem fiz uma coisa que não fazia há tempos. Ver um jogo inteiro da NBA deitado no sofá da sala. Vitória do Denver sob o Cleveland, onde pude ver pela primeira vez o brasileiro Nenê ajudando o seu time na vitória. O cara é bom mesmo. Ficou muito forte depois que foi pra lá. E faz uma falta grande no time quando fica no banco. Foi um bom jogo.
Me chamou atenção o aumento do número de estrangeiros na NBA. Ao menos nas duas esquipes. Croácia e Lituânia continuam mandando muitos jogadores pra lá. Deu pra perceber que vários alí não eram americanos criados desde o colegial para entrarem na liga. Agora até o Brasil com o Nenê e o Leandrinho (Leandro Barbosa) do Phoenix Suns. Interessante essa abertura da NBA. Bom para o basquete brasileiro, creio eu, que desde a vitória sob os Estados Unidos no Pan-Americano vem deixando a desejar bonito. Jogador de basquete no Brasil deve levar uma vida que nem um jogador de bocha. Que fim levou o Pipoca?
A narração dos brasileiros da ESPN é algo lastimável, também. Não tão quando as narrações do Luciano do Vale e turminha, na época que a Bandeirantes editava 15 minutos de um jogo e transmitia. Mas é uma locução muito chamativa a um cochilo. Mudar pro inglês é uma opção, já que são bem mais finos e profissionais. Até engraçado quando eles empolgam. Mas nada que se compare aos exóticos locutores de estádio.
Pra quem não tem ESPN, ouvi falar que a Rede TV! vai transmitir os jogos dessa temporada a partir de 2004.
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dezembro 02, 2003
Gérard and Ani Jimpa Nosso
Gérard and Ani Jimpa
Nosso querido amigo trabalhador Eduf resolveu publicar na Gonzo a matéria na íntegra sobre Dzongsar Khyentse Rinpoche que saiu na revista Radar Interativo 03, já nas bancas.
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dezembro 01, 2003
Promoção na Fraude Participe e
Promoção na Fraude
Participe e concorra ao romance Corpo Presente, de João Paulo Cuenca.
Vale a pena, hein. Encontrei o livro na FNAC semana passada e pensei em comprar, já com o McEwan debaixo do braço. Mas achei caro demais. 35 pilas. Deixei pra outro dia.
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OutraCoisa A Revista Outra Coisa
OutraCoisa
A Revista Outra Coisa é uma mistura de revista mais lançamento de CD que o Lobão acabou de lançar. A número um vem com o disco do BNegão. Vale a pena ficar de olho, sendo que o Lobão sempre tenta fazer coisas de qualidade com um bom preço.
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Na Rua Sair pra rua
Na Rua
Sair pra rua é só emoção. Hoje quando fui comprar mídias vi um cara de moto correndo atrás de uma Coca-Cola dois litros que descia a ladeira.
Quando fui na maior livraria da cidade perguntei se tinha a Carta Capital e o Ferrugem disse que não. "Isso é revista de grandes empresários, advogados, cheia de entrevista com políticos, não é? Isso não vende aqui. A gente recebia dois exemplares um tempo atrás mas nunca vendia. A gente sempre devolvia." Me senti um grande empresário e fiquei com vergonha.
Um crente que não tem uma perna e conserta geladeiras está sempre lendo um livro, quando não a bíblia. Sempre que passo lá em frente digo "boa tarde", porque gosto de ouvir ele repetindo "boa tarde". Ele parece ser um cara bom quando diz isso.
Virando a esquina aqui de casa, dois pedreiros com seus sessenta anos e bastante fortes ainda conversam sobre a sarjeta da rua. Me avistam e continuam sua conversa. Digo "boa tarde" e ao mesmo tempo os dois repondem "boa tarde" sendo que um demorou um pouco e falou um "companheiro" no final. E meu irmão vê desenhos na tevê. É legal estar em casa.
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Posted by parada at 03:52 PM | Comments (0) | TrackBack