A Vida Mata a Pau | home. arquivos: janeiro06. dezembro05. novembro05. outubro05. setembro05. agosto05. julho05. junho05. maio05. abril05. março05. fevereiro05. janeiro05. dezembro04. novembro04. outubro04. setembro04. |
|
« Sem uso para um Buick* | Home Com uso para um BuickOu ainda: mais um post casadinho com o logo abaixo. Desde que foi noticiado que três caras tentaram navegar em um Buick de Cuba até Miami o mundo nunca mais foi o mesmo. Esse é o ponto de partida para o Jornalismo Buick, tão bem alimentado no Buick Watch. Para quem não sabe, Buick é um carrão fora de linha. Comum na frota cinqüentenária que circula nas ruas – e nos mares – da ilha de Fidel. Seguindo o verso “quem precisa de um Iate, quando se tem uma banheira” com fé, esses cubanos desencadearam um espiral no jornalismo mundial. A partir daquele momento, qualquer bizarrice viraria notícia, tudo seria colocado em portais e a ruptura estaria feita em forma de revolução silenciosa. Mais explicações teóricas você encontra no Manifesto Buick, escrito por Bruno Galera, que junto com Antenor e Mojo gerenciam o site. Site que, aliás, que faz o acompanhamento das inutilidades em portais da Internet. Não apenas selecionando matérias, como colocando em negrito as partes absurdas. Dizem eles: “o grande foco, na verdade, são as nuances jornalísticas empregadas por redatores desse mundão na hora de dar esse tipo de notícia, com o velho caráter imparcial e objetivo que se reza nas cartilhas de redação por aí.” Exemplo clássico de Buickianismo, em uma matéria sobre um possível tsunamis avistado por pilotos hondurenhos: ...A mesma fonte militar disse que o Exército e a Força Naval de Honduras no sul do país estão alertas perante qualquer situação que possa acontecer e que, além disso, têm informação de que o fenômeno estaria mais em direção de Costa Rica e Nicarágua. "É possível que o oficial tenha confundido com a informação. Não temos esse dado da altura da onda porque ninguém a mediu, mas nos chama a atenção o relatório dos pilotos, que teriam visto a onda perto da costa entre Costa Rica e Nicarágua, por onde voavam nesse momento", ressaltou. Arévalo disse que "os fenômenos naturais são imprevisíveis", que "não se pode descartar que a onda possa chegar à costa de Honduras e El Salvador". Os pilotos alertaram do fato à Corporação Centro-Americana de Serviços de Navegação Aérea (Cocesna) por volta das 17h (21h horário de Brasília), segundo o comissionado da Copeco. Arévalo enfatizou que o alerta "não é para alarmar ninguém", mas para que os habitantes de regiões hondurenhas como o porto de Amapala, na ilha do Tigre, Coyolito e Cedeño, comunidades hondurenhas no Golfo de Fonseca, tomem precauções. Tudo em nome da diversão. 12:06 | comentários (0)
| trackBack (0)
| |