A Vida Mata a Pau

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Gafe e retratação

Na noite de reveillon, cumprimentei a namorada de Diogo – também conhecido como Jordi – pelo nome errado. Cheguei e larguei um “Aline, né?” depois de estalar os dedos umas duas vezes, olhar pra cima e grosseiramente expor que eu não lembrava direito. Ela me olhou cruzado e disse o nome certo. Sequer arriscarei o nome aqui pra não errar de novo.

O importante é ressaltar que nunca vi o Diogo com outra menina, Aline ou não-Aline. Só tinha uma leve impressão que era um nome com A, e gosto de Aline. Talvez exista uma chance de aumentar o numero de Alines no mundo é forçar que as meninas tenham esse nome, mesmo que de forma errada. É o meu nome genérico para mulher.

Errar nomes é uma tradição de família. Minha mãe emenda uns 6 nomes de tias antes de chamar minha irmã. Há pouco começou a chamar o nome da caçula de ‘Teca’, que na verdade é a denominação do cachorrinho lá de casa. Em mim, manifesta-se principalmente trocando Letícia por Natalia e vice versa. Tanto que aviso garotas com esses nomes que, possivelmente, um dia eu vou errar. Mas que vai ser sem querer.

Mesmo assim, nada justifica. Ainda mais quando não se tem certeza de um nome. Tudo se agrava quando recém bebemos champagne, se está na frente do prédio da família, os pais estão te olhando e você espera por uma amiga que é filha desse pessoal.

Desde já, peço para que pare de importunar o namorado. Segundo Diogo, “quem é essa tal de Aline?” é a frase mais escutada por ele em 2006.

por Menezes - 5 minute não-design de Gabriel - um blog insanus