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Dois estouros, um clarão, e o ventilador se apaga.

- Carâmbolas, a luz se foi.

E, claro, com este este calor, o sono se foi junto.
Tentei, então, métodos alternativos de ventilação, como abrir a janela e a porta do quarto, a fim de possibilitar a circulação do ar. E até que tinha um vento bem interessante, mas ele não possuia a constância do ar morno do meu ventilador, muito menos fazia aquele barulho sedutor e chama-sono.
Os estouros e o clarão, por sua vez, indicavam que havia explosão no meio do problema, ou seja, a cousa era séria, e a luz demoraria a voltar.
Sem ter mais o que fazer, uma vez que qualquer atividade noturna depende de luz, consolei-me em ficar deitado imaginando como a circunstância poderia render um post pro Mujique.
E, como qualquer ser humano que vive uma situação limite, comecei a pensar na nossa fragilidade e no quanto estamos a MERCÊ da natureza, mesmo com tanta evolução e tecnologia nos cercando.
A gente se acomoda tanto com a água encanada, por exemplo, que quase somos capazes de acreditar que água vem da torneira, e que jorrará para sempre se assim quisermos.
No entanto, basta que a chuva se negue a cair para entramos em situação PERICLITANTE.
Somos mesmo vários punhados de cocô.