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Zapear é uma arte para poucos


Agora tem antena parabólica aqui na casa da minha mãe, em Passo Fundo. Não é muito perto de NET ou Sky, mas é um aumento substancial do ESPECTRO para quem só dispunha dos canais abertos da capital do Planalto Médio - Globo, Band, Record e FIM.
Além de um bom punhado de canais religiosos, tem uns dois ou três de leilão de animais, um de corrida de cavalos, uns não-identificáveis, uns de venda, SBT, Rede Vida, TV Câmara, TV Senado, Globo sem o dedo maçante da RBS, essas coisas todas.
Mas o que me fascinou mesmo foi um canal muito tosco, que não consegui identificar, tampouco parar de assistir. Para entender do que se trata, imagine o que aconteceria se chamassem todos os donos de Chevette rebaixados e com neon de um lugar e dessem a eles câmeras e um estúdio.
É muito mais do que tosco, é brega quase ao ponto de ofender.
Ainda assim, não vou dizer que é a pior coisa que já vi. Mesmo desconsiderando o Canal Comunitário da NET (onde até o Testemunha de Jeová, filme estrelado por mim, já passou várias vezes), tem coisa pior em Porto Alegre.
Basta lembrar da Guaíba, com sua programação visual feita em Power-Point e seus programas matinais de domingo.

Ah, já que estou pulando aleatoriamente de um assunto pra outro: uma vez, assistindo a Guaíba, vivenciei um dos mais hilários momentos da minha vida.
Era um programa de atrações variadas que, por algum motivo qualquer, estava sendo gravado em uma praça em Canoas. Tudo que eles fizeram em termos de produção de set foi pendurar um banner na frente do improvisado palco.
Então, chamaram um grupo formado por pré-adolescentes para cantar uma versão de uma música do Backstreet Boys com uma letra que incentivava as pessoas a PRATICAR JUDÔ.
No meio do número, enquanto os jovens mostravam toda a malemolência de seus passos ensaiados, o banner CAI de um dos lados. Sem pestanejar, o apresentador corre pra lá, e passa o resto da música segurando o banner.
Eu pensei que ia morrer.